86 – Eighty Six 2nd Season #1 – Primeiras Impressões

O anime que acerta em criticar a guerra, ao contrário da obra dos gigantes pelados

Olá pessoas! Saindo das primeiras impressões do protagonista pedófilo, para um anime de fato excelente, que é o 86 2nd Season. Como não fizemos comentários da primeira temporada, eu e o Alê decidimos por algo um pouco diferente nesse post, porque conversarmos bem por cima do que achamos do anime até ali, para depois comentarmos do que achamos do episódio em si, até para contextualizar e servir como base para os nossos argumentos. Fiquem com a nossa conversa sobre 86.

SINOPSE: Juggernauts, os drones não-tripulados de guerra, desenvolvidos pela República de San Magnolia para conter os ataques dos Legion, os drones autônomos do fronteiriço Império de Giad. Mas os Juggernauts são não-tripulados apenas para a mídia. Na realidade, eles são pilotados pelos Eighty-sixers – humanos tratados como inferiores, e usados como meras ferramentas. Shin é o capitão do Esquadrão Spearhead, lutando num campo de batalha onde apenas a morte o espera. Lena é uma soldada de elite, encarregada das operações de campo e determinada a tratar os Eighty-sixers com humanidade.

RUB: Alê, agora estamos indo de 8 para 80, porque postamos ontem o texto de Mushoku, mas hoje iremos conversar sobre um anime bom, olha só. Falaremos sobre o anime 86, que é mais um que deixamos escapar por não termos acreditado no projeto inicialmente. Até para contextualizar já que não tivemos uma review propriamente dita para a primeira temporada, vamos dar um overview do que achamos do anime aqui, para depois comentarmos sobre o que chamou nossa atenção da estreia da segunda temporada. Quem leu o post de primeiras impressões da temporada passada de 86 (link aqui), sabem que eu não fui muito com a cara do anime, apesar de ainda ter achado bom a estreia dele e bem promissor. Tiveram algumas paradas como exageros dramáticos que me tiraram da obra naquele inicio, me passando uma má impressão naquele tempo. Tanto que a maior parte dos defeitos que citei da estreia, literalmente somem no decorrer da primeira temporada. Parece que o diretor ainda estava tentando achar o tom correto que devia aplicar, porém quando ele se achou no projeto, que coisa maravilhosa que assistimos. A começar pelo assunto principal de discutir a militarização da população, em detrimento deles, para benefício de uma minoria. De como o ser humano consegue abandonar a própria empatia com o próximo, se o grupo em questão lhe servir no velho sistema hierárquico de classes e raças. Óbvio que o roteiro coloca os “mestiços” em uma situação bem extrema, porém é a partir daí que a autora vai puxando outras questões, como por exemplo, a questão de sempre querermos justiça para algo de errado, entretanto esperamos que a solução caia no nosso colo no melhor estilo de conto de fadas. Ou de como um sistema intrínseco em uma nação se torna um verdadeiro obstáculo para uma mudança de status quo daquela realidade. Temos os Albas que sempre tiveram privilégios e quando ameaçados, criaram todo um ambiente discriminatório e exclusivo com os que não eram de sangue puro, que tornava qualquer tentativa de alterarem essas leis ineficazes, já que os mestiços não tinha mais acesso as cidades e vivendo em campo de concentrações. Também não era possível formar lideres populistas, pois quando um soldado se destacava, já mandavam ele para uma missão suicida e fim do problema. Ou até mesmo quando algum Alba quisesse fazer algo para ajudar, ele sofreria com as consequências dos seus atos. A personagem da Anju acabou sendo punida por ir contra ao sistema ou até mesmo a Lena que por sua inocência, sempre piorava a situação para seus comandados na esperança de deixar melhor a situação do esquadrão Spearhead

ALÊ: Sim, que baita surpresa. Do contexto para como ando consumindo animes: eu basicamente só vejo um episódio, porque como tenho que comentar aqui no blog, muitas vezes eu fico só na estreia porque dá preguiça de ver o resto (cry). “86” não foi diferente e acabei ficando só no episódio 1, apesar de achar ele muito consistente. Depois de algumas semanas, meus amigos começaram a hypar mais o anime e quando terminou, só vi ótimas críticas quanto a animação. Era para eu ter feito uma maratona semanas antes do anime começar, mas não rolou e só fui ver os demais episódios no dia da estreia da 2ª temporada (até por isso essa postagem demorou um pouquinho para ser feita). Enfim, falando do anime, que experiência ótima! Concordo com você. O diretor parecia ainda estar pegando o tom certo no comecinho, para só depois pegar a manha. É uma alusão excelente ao Nazismo ou grupos extremistas de supremacia de uma raça/etnia, com as pessoas de cabelo prata e olhos azuis sendo os superiores ou os merecedores de viver na sociedade, enquanto que os demais são isolados, usados de cobaia em experimentos, trabalho forçado (no caso, para exterminar as máquinas) em campos de concentração e quando não são mais necessários, eliminam o grupo. Para além daqueles que se rebelam, serem mandados para missões que são morte certa. Eu acho excelente esse aspecto. Eu gosto muito do tema que a obra trabalha e a forma que foi feita, é muito boa, como por exemplo, a Lena não ter uma noção plena de como ajudar e acabar caindo em armadilhas. Por ela estar num sistema muito intrínseco, ela acaba não tendo uma visão real de como ajudar e acaba caindo em estereótipos um tanto “fantasiosos” da realidade do esquadrão.

RUB: Essas porradas de realidade que a Lena sofre são um dos destaques no roteiro de 86. Claramente a protagonista é aquela que quer ajudar a todos, porém foi criada como uma realeza, totalmente deslocada das condições que, por exemplo, os seus amigos estavam. Tanto que ela só foi ter uma mudança de atitude em relação a ver o distrito 86 como seres humanos graças a experiência de quase morrer quando criança no campo de batalha, sendo salva pelo irmão do Undertake. Se não fosse por isso, ela com certeza estaria na mesma lavagem cerebral que a maioria da população sofre no presente sobre estar tudo sob controle no fronte, em uma guerra sem ‘baixas’ humanas. Mas Alê, o que eu posso falar são de 2 aspectos que de fato destacam o anime 86 para os demais que foram lançados nesse ano. A primeira coisa é de como a história consegue trabalhar maravilhosamente os personagens do esquadrão Spearhead. Tipo, são vários personagens para desenvolverem. Melhor dizendo, são MUITAS CRIANÇAS para darem algum destaque no anime. E eles conseguem dar um espaço para a maioria delas. O roteirista conseguiu estabelecer laços afetivos muito fortes entre o elenco daquele núcleo, como também fazer o espectador torcer pela sobrevivência de cada um. Esse eu dou crédito para o roteirista em vez da autora, já que fizeram a façanha de adaptar apenas O PRIMEIRO VOLUME DA NOVEL DE 86. Em resumo, todo esse aprofundamento que tivemos, como a extensão de vários diálogos mostrados na adaptação, veio graças a produção. A autora foi excelente em criar a base da história, entretanto a equipe do anime evoluiu ainda mais uma história super promissora. Já que estou falando da produção do anime, o segundo aspecto que eu quero destacar é do diretor de 86, Toshimasa Ishii. Foi o primeiro trabalho dele como líder do projeto e não poderia ter começado melhor, pois foi uma puta trampo. Eu até afirmo que se não fosse ele, o anime não seria nem metade do que foi na primeira temporada se tivesse em outras mãos. Decisões criativas magnificas, como a cena do flashback do robô no episódio 10, ou quando a Lena vai visitar a amiga cientista para confrontá-la, ou das lindas sequências de batalhas do episódio 5, 7 e 9. É um trabalho que mescla adrenalina, emoção, drama e suspense de maneira fantástica. A fotografia, edição e até o uso de trilha sonora são usados na medida certa e que resultaram em uma experiência audiovisual muito prazerosa.

ALÊ: SIM!!! Lembro que fiquei bem espantado quando falaram que só haviam adaptado 1 volume, ou melhor, MENOS de 1 volume, pelo que vi, ainda ficando um pouquinho do encadernado para adaptar. Fizeram uma extensão muito boa e o resultado disso foi excelente. Fiquei com muita vontade de conhecer o original (até acho que a novel poderia ser algo que a NewPOP traria), mesmo ele não sendo tudo isso que o anime apresentou na 1ª temporada. Mesmo as crianças que não tiveram muito destaque, a forma como o ambiente é apresentado em meio as ligações diárias da Lena fazia para o esquadrão, eles brincando ou zoando silenciosamente da cara dela, é como uma família e como isso é tão bem feito. Você não quer que eles morram. Inclusive, no episódio que a guria de cabelo preto (sem condições de lembrar aquele nome) morre, eu gostei que eles meio que entregam a morte dela no começo do episódio, mas a direção tem um jeito de fazer as cenas que quanto mais tu chega perto daquele destino, mais em negação você vai ficando, porque não queremos que aconteça. Mesma coisa com o Daiya morrendo. Porra, a morte do guri foi um puta soco e posteriormente, na (linda) cena dos fogos de artifício é muito triste. Eu comentei contigo em off que a direção e o roteiro estavam tão entrosados para criar e fazer o negócio acontecer. Os dois juntos formaram a totalidade da obra, um completa o outro tão bem, que minha nossa, é muito redondo. As transições de cena para cena, sempre perfeitamente bem encaixadas, feitas de forma bastante criativa, os episódios que são dinâmicos e fluem muito bem (não atoa que vi os 10 episódios da 1ª temporada + o 1º da segunda em um dia). O diretor (principalmente ele pelo trabalho preciso durante toda animação, ainda mais sendo o primeiro trabalho dele como chefe) e o compositor de série estão de parabéns.

RUB: E como não poderia de mencionar, até para puxar o gancho para a segunda temporada agora, com toda a transformação da Lena, junto com tudo que aconteceu com a personagem nesses meses e que mexeram profundamente em seu ser. Ela deixou de ser aquela que apenas falava sobre liberdade e igualdade, passando a agir de fato, coisa que o próprio esquadrão dela afirmava que a sua comandante não podia fazer grandes coisas por ser uma grande ingênua. Então saímos do episódio 11, com ela aceitando todo o fardo deixado para trás de seus companheiros distantes (e adotando o gatinho do deles), para de fato ser a líder que precisava se tornar naquela situação. Assim chegamos a segunda temporada. Uma coisa que eu não tinha notado e vendo o pessoal comentando nas redes sociais, é o paralelo desse inicio com o do primeiro episódio da temporada anterior. Resumindo, a equipe de produção fez a mesma introdução entre os dois episódios, só que inseriram ritmos diferentes. Até reassisti para fazer a comparação dos episódios entre si. Ambos começam no meio do caos da batalha, só que na primeira temporada aquilo tem o objetivo de mostrar do quão maluco e perverso pode ser um campo de batalha, na tentativa de tirar o espectador do lugar tranquilo que se encontra. Agora no último episódio começa da mesma forma, só que com um outro objetivo, em deixar claro que agora o novo esquadrão da protagonista não é só qualquer um. Se na primeira vez o caos reinava, agora temos a organização e planejamento predominando a sequencia, garantindo a sobrevivência da população do distrito 86. Agora já conhecemos quem são eles e o quão sofrem sobre as ordens dos Albas. Já começamos no máximo da empatia com aquele povo. E toda essa introdução é um enorme déjà vu, pois são quase as mesma cenas, porém agora com um outro olhar. Enquanto antes a Lena ainda tinha esperança sobre os Albas, agora ela é a pessimista da situação. Nem os mesmos comentários dos soldados bêbados a abalam mais. Até mesmo a postura da personagem deixa evidente que já se passou um bom tempo da primeira para segunda temporada e que ela fez sua fama da melhor líder daquele quartel, com direito a soberba perante a um superior. Sensacional. Ainda temos pequenos momentos de fragilidade com sua amiga, porém ela virou um símbolo maior de respeito e competência. Tanto que a Cyclops confia nela sem nem se questionar, resultado de todo o desenvolvimento que ela teve na temporada passada. E para surpresa de 0 pessoas, o Undertaker e seus amigos sobreviveram. Aliás, o pessoal de marketing fizeram sacanagem em divulgar os personagens que supostamente morreram no final anterior, os colocando em tudo que era trailer ou imagens promocionais, quase como um ‘spoiler proposital’ da equipe do anime.

ALÊ: Ai eu vi!!! Achei maravilhoso quando vi o kViN (@Yuyucow) – um dos escritores do Sakuga Booru – comentando a cena. Melhor ainda que ele colocou as duas introduções (1ª e 2ª temporadas) juntas, então deu para ver bem. Ainda mais que eu não iria perceber que estavam refazendo a mesma introdução, visto que já faz meses desde que o vi o episódio 1. Eu achei muito bom o trecho que mostram a cidade, pois eles continuam querendo vender a imagem de que está tudo certo e você tem pequenos detalhes que mostram que está tudo começando a ruir, por exemplo, enquanto a Lena caminhava, mostraram as estátuas com rostos de pessoas. Na primeira temporada, elas estavam perfeitinhas. Agora, estão rachadas. A fonte dentro do prédio que ela opera, está começando a ruir. São indícios de que tudo está começando a se destruir, para além de que o céu não está mais azul e claro como anteriormente. São tempos mais nebulosos, principalmente porque a Lena tem uma noção maior dos problemas daquela sociedade. É como se a visão dela de antes fosse algo mais idealizado (muito embora ela já tivesse alguma noção de que tinha coisa errada). Agora ela vê tudo com maior clareza, o que é evidenciado no decorrer do episódio. Toda a experiência adquirida com o esquadrão anterior fez ela crescer como pessoa e a lidar melhor com as situações. Ela têm uma maior noção da realidade do esquadrão e se policia na hora de falar. Fora que é comentado que as mortes dentro do grupo foram poucas E a expectativa de vida deles, por assim dizer, cresceu. Ela é responsável pelo grupo que mais destrói os inimigos, ganhando uma força que o governo não pode simplesmente descartar. Uma construção excelente! Sobre os demais personagens, como eu não vi PV e mal olhei o visual novo, eu ainda consegui esboçar surpresa com os demais membros vivos. O Undertaker eu sabia que ia ficar vivo, já que é o protagonista e também porque vi as capas das novels de volumes mais avançados haha.

RUB: Sim, eu também já sabia. No meu caso era por ter pego vários spoilers isolados que já me entregaram várias twists que teria adiante. Mas teve uma galera que não sabia de nada, depois procuravam as capas das novels antes da segunda temporada estrear e que ficavam sem entender do que iria acontecer, porque o cliffhanger era da morte certa para todo mundo. Bem, agora não resta dúvida mais. A história nos apresenta uma nova nação, a Federação, que é uma união de vários países em busca de deter a Legion que continua a crescer e expandir seu território sem controle. Nessa parte da história, teremos dois lados antagônicos sendo mostrados. Temos uma nação que quer a união dos vários povos de sua região como uma unidade, sem discriminação, com direitos iguais para todos, e do outro lado estão os Albas que ainda subjugam outros por conta de sua raça. Até é interessante esse embate de ideias, pois veremos visões distintas sobre o mesmo problema com as diferenças sociais entre os seres humanos. Mesmo a nação mais democrática do mundo, ainda teremos separações de classes graças a natureza humana de ser maior que o próximo, mesmo que ele se foda no processo. O presidente fala que vão dar uma nova vida para as crianças resgatadas. No entanto, na reunião que eles decidem o destino deles, outros militares sugeriram diversas coisas, incluindo usá-los novamente para pilotar os robôs aracnídeos novamente. Eles são uma força importante nessa guerra, graças as suas experiências de combate. Mas como o presidente diz, não adianta nada salvar as crianças de um perigo e direciona-las para a mesma situação que todos sofreram durante o campo de concentração. Só que, semelhante a crianças que crescem em ambientes de conflitos constantes, o entendimento que eles tem de sociedade é somente dentro uma batalha. Eles não sabem agir, ou melhor dizendo, não aprenderam a admirar ou contemplar a calmaria de um local não hostil. O Undertaker e seus amigos ficaram condicionados a uma perspectiva distorcida durante tanto tempo, que eles mesmo já esqueceram de como se comportarem dentro de uma sociedade mais aberta para eles. São esses pequenos detalhes que deixam a história de 86 cada vez melhor. Também somos apresentados a uma personagem importante que é a filha adotiva do presidente, porém vou evitar de comentar mais coisas, porque qualquer coisa que eu escrever, pode levar a um spoiler. Melhor só falar que a personagem será importante nesse arco.

ALÊ: Eu gostei desse outro lado, porque assim, eu não sei de nada da história. Desde o momento que o restante do pessoal saiu do território dos Albas, eu ficava me perguntando o que iria acontecer com eles dali em diante. Cogitei que alguém poderia morrer, mas dificilmente isso aconteceria com o Undertake. Achei bem interessante existir outra sociedade e melhor, que vai bem no lado oposto a apresentada anteriormente. Porém sei que nem tudo são flores e sabendo da natureza do ser humano, já espero por alguns problemas sociais (coisa que quero muito ver como será abordado pela autora). A autora já começou a adicionar esses detalhes com os outros soldados querendo colocar os guris de volta no campo de guerra e, por mais que seja a vontade deles, eles não estavam pensando nisso e sim puramente em seus próprios interesses, com eles sendo um ótimo material para se adquirir conhecimento sobre os inimigos e durante as batalhas. E aquele presidente… Não confio totalmente nele não. Ele parece ter alguma coisa suspeita, embora esteja pensando no melhor para as crianças e sociedade. Acho ele um pouco suspeito… E bem, como todo papel de criança, achei a filha do presidente irritante. Só isso que tenha para comentar sobre ela por enquanto.

RUB: Novas possibilidades para a nova temporada de 86. Já confirmaram que serão 12 episódios essa season. Eu chuto que agora eles não vão esticar e adaptarão uns 2 volumes agora para fecharem esse arco com o que a história iniciou no episódio 1 Alê. Considerando o final do volume 1 e 3, eles vão tentar encerrar ali, em um momento bem específico. Diferente de antes, agora minhas expectativas estão bem altas. Espero que saia tudo bem com a produção e que seja um excelente anime para assistir, como ocorreu anteriormente. Se você é daqueles leitores que leem reviews ou primeiras impressões sem ter visto o anime, recomendo que você assista 86, porque é um dos melhores animes lançados esse ano, podem confiar.

ALÊ: Sim, eu imaginei que nessa parte eles adaptassem mais volumes. Estou com altas expectativas, principalmente agora que temos um leque maior de possibilidades a serem exploradas na obra. Estou confiante nas mãos da autora da obra e mais ainda na da staff do anime. Reforço a recomendação. Vale muito a pena dar uma chance para a obra, porque não vão se arrepender! ^^

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