Resenha: Golden Kamuy (volume 1)

Comecemos a história de “Sugimoto, o Imortal” ^^

“Golden Kamuy” (ゴールデンカムイ) é um mangá escrito e ilustrado por Satoru Noda. Sua publicação no Japão foi iniciada em Agosto de 2014 na revista Weekly Young Magazine (Shueisha) e segue em lançamento até hoje, com 27 volumes lançados (o mais recente saiu agora em Setembro). Foi confirmado que a obra está em seu arco final, este iniciado em Julho/2021. Ainda não se sabe quando o mangá irá se encerrar de fato e quantos volumes mais ele terá, mas é de se imaginar que não deva ir muito mais longe.

A obra ainda é detentora de diversos prêmios como o nono Mangá Taisho Awards em 2016, indicado na 20ª e 21ª edições do Tezuka Osamu Cultural Prize em 2016 e 2017, respectivamente, além de ter ganho o concurso em 2018. Venceu o 40º Kodansha Manga Awards em 2016 e ganhou o vigésimo quarto Japan Media Arts Festival Awards Social Impact Award em 2021.

O mangá recebeu uma adaptação em anime em Abril de 2018, sendo exibida até Junho do mesmo ano. A 2ª temporada foi ao ar ainda naquele ano, sendo transmitida entre Outubro e Dezembro. Em Julho de 2019, a terceira season foi anunciada, sendo transmissão iniciada em Outubro de 2020. Contando com mais 12 episódios, a temporada terminou em Dezembro daquele ano, além de ter 4 OVAs, lançadas juntos dos volumes 15, 17, 19 e 23 do mangá no Japão.

Por mais que premiações japonesas e/ou internacionais não sejam um grande fator para editoras trazerem alguma obra para o Brasil – leia-se que isso é considerado em alguns casos, porém acaba sendo mais um adicional do que algo decisivo propriamente -, a quantidade chama no mínimo atenção e com a adaptação em anime em 2018, sendo ela um dos grandes sucessos do ano, era de se imaginar que o mangá chegasse ao Brasil em algum momento, sendo apenas questão de tempo até que ocorresse. Não muito longe dali, ainda em 2018, a obra enfim era anunciada pela editora Panini. O anúncio aconteceu em uma palestra na CCXP, junto de outros mangás como “Wotakoi” e “Furi Fura”. A publicação de Golden seria iniciada pela Panini meses mais tarde em Junho de 2019 com o lançamento do volume 1. A obra seguiu sendo publicada de forma bimestral até Março de 2021, quando lançava o volume 12. A partir dali, o mangá se tornou mensal e segue sendo publicado nessa periodicidade até hoje, com o volume 19 previsto para Setembro.

E um fato curioso é que muito antes de eu sonhar em criar o blog LD (tá, não foi tão antes assim), eu já era um completo fanático pelo mercado e gastava horas dos meus dias nas páginas das editoras no Facebook, colhendo informações, aprendendo sobre mercado com blogs que acompanhava e respondendo comentários de pessoas com dúvidas sobre as obras das editoras – principalmente na página da NewPOP. E foi numa dessas oportunidades que consegui informações do formato de Golden Kamuy e outros mangás em primeira mão. Naquela época, a Panini respondia qualquer coisa que você perguntasse no Facebook, incluindo informações de formato que normalmente você esperaria posts próprios para isso. Enfim, consegui essas informações e fui até creditado como fonte em postagens do BBM e Mais de Oito Mil (isso fez minha felicidade durante dias hahaha).


Eu nunca assisti ao anime de “Golden Kamuy”. Mesmo com as críticas boas à adaptação (com exceção do CG horroroso), não criei muito interesse em consumir. Com o anúncio do mangá no Brasil, eu até cogitei tentar colecionar, porém quando foi anunciado o mangá, ele já era longo (tinha 15 volumes) e eu não tinha grandes fontes de renda. O que eu conseguia comprar de mangá era o dinheiro que minha mãe me dava, os trocados do lanche da escola e presentes que meus irmãos me davam ocasionalmente. O que dava para mais ou menos uns três mangás por mês, em média. E depois do lançamento do volume 1, as críticas que vi não eram muito entusiasmadas. Longe de ser ruim, mas eram todas muito mornas. Golden Kamuy acabou se juntando a listinha de mangás que deixei passar, mas que agora resolvi comprar – Moriarty: O Patriota também estava nessa lista. Em uma compra impulsiva aproveitando um excelente desconto, adquiri 11 volumes de uma vez. Li o primeiro do mangá e venho compartilhar minhas opiniões sobre o começo dessa narrativa ^^

Sinopse da obra: “Após feitos dignos de um guerreiro na Guerra Russo-Japonesa, o soldado conhecido como “Sugimoto, o imortal” vai para Hokkaido, onde houve a corrida do ouro, em busca de uma grande quantia de dinheiro para realizar certo objetivo. Ali, encontra pistas que levam a um grande tesouro escondido pelos ainus, mas ele precisa enfrentar também a natureza selvagem opressiva e prisioneiros violentos.”


  • História e Desenvolvimento

Como mencionei mais acima, o anime de Golden não havia despertado meu interesse e as criticas ao 1º volume do mangá não me soaram muito convincentes, ainda mais para um mangá com mais de 10 volumes (naquele tempo) e que eu nem fazia ideia do quanto mais ele iria se estender. Entretanto não demorou muitos volumes para que as opiniões não muito animadoras sobre o início do título mudassem quase que completamente, se tornando algo cada vez mais entusiasmado, melhorando mais e mais a cada volume. Já era um pouco tarde para mim e mesmo tendo vontade de ter o título, vontade não é poder, já que continuava sendo um mangá longo e sendo um mangá caro (24,90 anos atrás era um dos mais caros que tínhamos entre “tankos normais”), não me restando outras opções a não ser deixar para lá. Com o trabalho no blog, consegui ser mais estável e aumentar o número de títulos que consigo comprar e felizmente (dependendo do ponto de vista), “Golden Kamuy” não parece ter chamado tanta atenção, já que mesmo tendo anos desde o lançamento de alguns volumes, todos ainda são encontrados facilmente no mercado. E vale dizer que nenhum desses volumes chegou a ser reimpresso, nenhuma vez, facilitando muito minha vida agora, rs.

Agora falando do volume propriamente, ele é exatamente como disseram: um volume morno, introdutório e que ainda não diz muito sobre a narrativa. Indo por partes, as páginas iniciais dão um pouco de noção do cenário durante a guerra e sobre como esse cenário pode deixar marcas psicológicas nos sobreviventes. O Sugimoto nesse contexto de guerrilha era psicodélico, repetindo diversas vezes a frase “Tenta me matar!”. Creio que em parte era como um grito de guerra, para se manter são e vivo dentro daquilo tudo. Acho interessante em como ele não morre facilmente, mesmo sendo perfurado em pontos vitais, até levando um tiro no pescoço, sendo isso um ponto muito interessante que o autor trás, já que com isso, ele consegue brincar com algumas cenas, trazer alguns exageros visuais e que ajudam muito a compor a narrativa e características de seus personagens, como o Shiraishi que aparece mais tarde nesse tomo.

Somos apresentados ao Sugimoto que, por causa da guerra, ficou conhecido como “Sugimoto, o Imortal” e agora, no pós conflito, está em busca de dinheiro, mais precisamente, de ouro. Nessa busca deles, ele acaba encontrando um velho que acaba lhe contanto uma história sobre um ladrão que roubou e escondeu uma alta quantidade de ouro em algum lugar. Esse ladrão foi preso e condenado à morte, sendo jogado na prisão de segurança máxima do Japão da época. Esse trechinho é muito interessante. É bem esquematizado e de certa forma, muito complexo dado que por o cara estar preso, ele não pode simplesmente contar para alguém a localização do ouro, já que essa pessoa pode só ir lá e roubar tudo. E até mesmo os agentes da cadeia estavam atentos a mensagens que poderiam ser trocadas entre os presos que estavam para ser libertos (podendo até torturar o cara). O dito ladrão, teve a ideia de tatuar um código nos corpos dos companheiros de sela. Essas tatuagens formavam um único código que só o cara que fez o código entendia. Como era uma tatuagem, acabou que não levantava suspeita. Os presos arquitetaram um plano de fuga, mataram os guardas e fugiram no meio da floresta. Papo vai, papo vem e acabou que essa história era real. O Sugimoto descobre isso e resolve que vai ir atrás do ouro que tinha sido escondido.

Gostei de como uma ideia ‘simples’ de procurar por ouro escalou para algo bem mais complexo e que não para por aí. Conforme o volume caminha, mais detalhes vão sendo implementados, mais pedras vão surgindo no caminho, tornando toda a aventura mais interessante. A começar pelas próprias dificuldades do ambiente. O Sugimoto está no meio de uma floresta, que tem animais selvagens e acaba dando de cara com um. Ele tem que enfrentar um urso (o que aparece na capa do volume) e nisso encontra a Ashirpa, uma jovem garota Ainu que vive por ali e que mais tarde, se junta ao Sugimoto na procura pelo ouro por um motivo que os dois “têm em comum”. Esse urso é o que faz o encontro dos dois acontecer e a partir dali, eles passam a colaborar com trocas de informação. Gosto dessa forma meio ao acaso que o autor utilizou para introduzir a personagem e como ele consegue ligar essas duas pontas dos dois, gerando um certo vínculo.

Para além de que, o Sugimoto acabou de sair da guerra. Matar não é exatamente um problema para ele, principalmente em situações que colocam a vida dele em risco. O mesmo não vale para a Ashirpa. Ela é bem… como posso dizer… Não é algo que ela siga. Me fugiu a palavra, mas digamos que ela não concorda em ter que matar pessoas. Portanto, nós temos personagens com formas de agir diferentes – e também não é como se o Sugimoto fosse uma máquina de matar -. Quero ver como isso procederá, ainda mais que o caminho deles ainda vão ter diversos problemas e ‘inimigos’ para serem enfrentando. Imagino que essas diferenças morais vão ser conflitadas em algum momento futuramente. E sem esquecer de que a busca pelo ouro, não é meramente pelo dinheiro. Ambos têm um objetivo que vai além do dinheiro. Espero momentos dramáticos principalmente vindos do Sugimoto (e seu passado misterioso~), no decorrer da história.

E não só isso, o volume ainda é bem didático sobre a vivência dos dois nas florestas, como cabanas provisórias feitas com folhas de uma árvore da região, preparo de armadilhas e cozimento de animais, com o que pode ser aproveitado e vendido num animal caçado. Sério, é um material muito bom. Embora as vezes seja usado como exposição para algum ponto do roteiro, a forma que o autor usa para te dar algum contexto da situação com o risco que ela traz, como por exemplo, o tempo até a morte para uma pessoa que caiu em um lago quase congelado ou sobre o deslizamento de gelo/neve em montanhas. É um material muito precioso. Adoro saber de tais coisas, então espero que esse tipo de informação – que serve como curiosidade para quem está lendo – seja mantido em um certo nível nos próximos volumes ^^

Eu tomando banho quando está frio, sou exatamente assim ^^

Gostei dos toques mais cômicos que o autor colocou em momentos chaves. São bem encaixados e o timing foi bom. O autor coloca cenas assim em momentos de maior descontração entre os personagens, como quando a Ashirpa foi fazer a comida e o Sugimoto teve que comer cérebro de esquilo, coisa que ele não estava habituado. Momentos que deixam o roteiro mais dinâmico e mais leve, sem perder a seriedade e o peso das cenas quando é necessário uma carga mais dramática ou de suspense.


Também é importante ressaltar que o mangá se passa no começo do século 20 (XX). É legal ver os animais que hoje são extintos. Gosto de como o autor trabalha isso. É uma sacada inteligente, já que os animais são maiores, até pelo ambiente de Hokkaido. No meio do volume tem uma nota explicativa muito legal que informa que os animais da ilha de Hokkaido são maiores que a média do resto do Japão, fazendo parecer que “Hokkaido não é no Japão”. O autor se apropria desses animais que são naturalmente maiores na ilha para criar um ambiente que soa um pouco fantástico, porém verídico – quase certo que têm exageros, mas enfim…

Eu gosto bastante de mangá histórico, porque ajuda a conhecer a cultura, um lugar, um período ou uma tragédia de algum país que normalmente poderíamos não ver na escola. A escola trata esses assuntos muito por cima, isso para a história europeia, africana ou americana. A asiática então, é muito raro ter oportunidades maiores de conhecer. Nosso currículo é muito voltado para o Ocidente – vide que é nossa descendência. A cultura/história asiática é pouco mencionada, a não ser em casos de guerrilhas, como as da 2ª Guerra Mundial. E se do nosso lado do continente, muita coisa é deixada de lado ou pouco trabalhada, quem dirá a Ásia ou até mesmo a Oceania. Então eu gosto muito de obras que trabalhem períodos específicos. É uma oportunidade boa de conhecer pelo menos um pouco a região, costumes e vivência, isto é, se houver um embasamento para que isso seja contato e Golden Kamuy traz isso para nós. Nos créditos no mangá, lá nas últimas páginas, é dito todo o material que foi usado pelo autor para consultar os fatos descritos. Ele contou com a ajuda de um consultor para revisão da língua Ainu. E principalmente com a cultura Ainu, nós percebemos todo o cuidado para produzir a obra. Tem muito material de referência sendo usado. Museus do Japão ajudando com a parte documental dos eventos, que é muito bom e importante. Achei maravilhoso demais!


Antes que eu esqueça, uma coisa que me ajudou a querer comprar Golden Kamuy foi saber que Satoru Noda é um grande fã de BL (Boys Love), sendo que um dos favoritos dele é “Yuki to Matsu”, de Takahashi Hidebu (inédito no Brasil). A obra foi recomendada pelo Satoru quando foi lançado o volume 2 do mangá no Japão naquelas tarjas (imagem abaixo). Uma pessoa que gosta de BL e mostra isso abertamente (considerando que o público alvo são homens, isso pode não ser bem visto) tem toda a minha admiração e consideração, ainda mais com um bom gosto desses ^^

Não aparece ainda nesse volume, mas o autor adora desenhar homem pelado. Não é atoa que irá introduzir isso sempre que tiver oportunidade. E não só pelados, como em posições sugestivas, ângulos tortos e tudo para ‘sexualizá-los’. Eu adoro isso nele. É uma ótima forma de juntar o útil ao agradável, já que podemos ver tanto como uma crítica a forma que tantos autores colocam personagens femininas, sendo formas de as objetificar, atendendo às vontades de otakinhos. E o agradável, bem… É homem musculoso pelado, isso já diz muito por si…

Prevejo otakus vindo me xingar e dizendo que estou sendo incoerente por ser favorável a ter homens nus e sexualizados no mangá…

  • Arte

Uma das coisas que sempre me chamaram atenção em Golden Kamuy foi a arte. As capas são lindas demais. A forma que o autor trabalha uma cor tema em algumas delas – no volume 1 é laranja; no 2 é o azul – é fabulosa. As ilustrações coloridas que ele faz também são ótimas. N volume temos 3 páginas coloridas, sendo que a primeira brinca com tons bem saturados e contrastantes, enquanto que as outras duas são uma página dupla com clima mais leve/tranquilo. Os momentos de ação são ótimos. Ele tem algumas páginas mais agressivas, que toda a intensidade da cena, quando eles estão sendo atacados na floresta ou quando o Sugimoto se exalta nos momentos de guerrilha (como na página que coloquei mais acima).

As páginas duplas são onde o autor mais brilha, ao meu ver. São excelentes demais. Às vezes me impressiono com o quão detalhado pode ser a arte dos autores. Não só do Satoru, como de outros, mesmo em revistas semanais. Manter algo nesse nível de qualidade em ritmo semanal, só com pausas bem ocasionais, é monstruoso. No demais, a quadrinização é ótima, que torna o mangá bem dinâmico, apesar da quantidade significativa de informações de contexto histórico e demais informações que enriquecem o cenário por onde ele se passa.


  • A Edição Nacional

A edição nacional está sendo lançada no formato 13,7 x 20 cm, capa cartonada com sobrecapa fosca. O papel usado é o Offwhite 66g e contém páginas coloridas no mesmo papel. Vale dizer que não são todos os volumes que contém página(s) colorida(s). Esse volume têm as 3 primeiras. Alguns volumes não e outros possuem só uma, variando em cada encadernado. O preço de capa no volume 1 é de R$ 24,90. O valor foi reajustado para R$ 29,90 no volume 11. De brinde, no volume 1 temos um marca página. O mangá está em andamento no Japão com 27 volumes e por ora, não há previsão de término. Abaixo vocês podem ver o vídeo mostrando em detalhes, a edição nacional do mangá 🙂

Assim, eu não sou totalmente contra sobrecapas. Tem obras em específico que eu acho que elas caem bem, mas é fato que ela encarece o produto. E Golden Kamuy é daquelas obras que não vejo necessidade de ter. A obra era para ser o mais acessível possível e na época do lançamento, ele estava vindo por um pouco mais caro que os demais lançados em formato mais básico. E quando você tira a sobrecapa, a ilustração debaixo nem é colorida. Todos os volumes têm uma roupa tradicional e são sempre em preto e branco. Dava para ter usado como capas internas do volume que por sinal, estas não possuem nada desenhado. Fica totalmente sem propósito ter ela aqui. A Panini estava experimentando lançar alguns mangás com sobrecapa. Lançaram “Yuuna e a Pensão Assombrada” e “Crimes Perfeitos” nesse formato, por exemplo. Mas definitivamente Golden Kamuy não precisava disso.

Fora isso, a tradução é boa. O texto é muito bem adaptado. As notas explicativas são mais pontuais e há um glossário no final para maiores explicações sobre alguns eventos históricos ou animais/plantas mencionadas. Inclusive LEIAM esse glossário! É muito bom! Só encontrei um erro de português na página 16. No balão é dito “Nessa época… Pra resistir à perseguição Mposta pelos japoneses que, mesmo depois do início da Era Meiji, proibiram a pesca de salmão e a caça de cervos, além de roubarem suas terras…”. Escreveram “Mpostas”, comendo o “I” da palavra. Com exceção desse, não encontrei nenhum outro (adendo que não sou a melhor pessoa para encontrar erros de revisão/português).


  • Conclusão

“Golden Kamuy”, nesse 1º tomo, me apresentou um começo morno, mas o bastante movimentado para me manter interessado em como sua história irá caminhar. A narrativa segue essa pegada durante todo o volume, focando mais em encontrar as primeiras peças desse grande quebra-cabeça que envolve a localização do ouro, ao mesmo tempo que o Sugimoto e Ashirpa vão encontrando suas primeiras adversidades dentro das montanhas. O volume termina mostrando dois personagens, aparentemente de lados opostos, que irão cruzar o caminho dos dois e que vão causar problemas. Estou bem entusiasmado para o que virá à seguir e devo ler os próximos volumes assim que finalizar o texto dessa resenha ^^

Eu consegui encontrar todos os volumes iniciais facilmente. Comprei os 5 primeiros com mais de 60% de desconto na Comix e na Loja Panini, quase todos os volumes lançados até o momento estão disponíveis. Então se você quiser apostar em uma história mais longa, acredito que dê para ir sem medo. Talvez seja uma boa dar uma olhada na adaptação animada para ver se é do seu agrado, já que o risco de se frustrar com dinheiro “mal investido” é menor. Bom, é isso. Não sei se volto a falar de “Golden Kamuy” aqui no site, então fiquem de olho aí 🙂

Todos queremos/precisamos, caro Sugimoto 😥

  • Ficha Técnica
  • Título original: Golden Kamuy (ゴールデンカムイ)
  • Título nacional: Golden Kamuy
  • Autores: Satoru Noda
  • Serialização no Japão: Young Magazine
  • Editora japonesa: Shueisha
  • Editora nacional: Panini
  • Quantidade de volumes: Em andamento com 27 volume
  • Formato: 13,7 x 20 cm; capa cartonada com sobrecapa
  • Preço de capa: R$ 24,90 (até o volume 10); R$ 29,90 (11 em diante)
  • Compre em: Loja Panini/Amazon

Ashirpa sendo segurada. Só isso mesmo,. Até a próxima \o

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