Resenha: BURN THE WITCH (volume 1)

Bruxas, Dragões e magias, tudo isso misturado numa história até divertida.

Tite Kubo é conhecido pelo seu trabalho de maior sucesso: Bleach. “Bleach” foi publicado no Japão entre 2001 e 2016, na revista Shuukan Shounen Jump (Shueisha), sendo concluído em 74 volumes. No Brasil, o mangá foi publicado pela editora Panini entre Julho de 2007 e Novembro de 2017. Não que o grande sucesso da obra represente qualidade do material, pelo contrário. O que mais vejo ser falado sobre Bleach é sobre como a obra piora depois de um determinado ponto da narrativa (meados do volume 32, mais ou menos) e vai ladeira abaixo até o fim. A extensão prolongada da obra resultou no autor se perder na narrativa. Porém, apesar desses pesares, sua fama é incontestável e mesmo com o final (que dizem ser) desastroso, o mangá é apreciado, tendo até aqueles que levam “na esportiva”, brincando que o autor é um gênio incompreendido, rs.

Tempos após a conclusão de “Bleach” e sem muitas notícias a respeito do Kubo, em 2018 o autor reapareceu com a publicação de “BURN THE WITCH” que inicialmente, se tratava de um oneshot. Este capítulo único foi publicado na Shounen Jump em Julho. Anos mais tarde, em 2020, a obra se tornou uma serialização curta, ainda na Shounen Jump com 4 capítulos. E juntamente dela, também foi anunciada uma adaptação animada da obra em formato de filme feita pelo Studio Colorido. A publicação do mangá foi iniciada na edição 38/2020 da Shounen Jump e encerrada no volume 41. O filme estreou em 2 de Outubro/2020 no Japão e a distribuição internacional ocorreu no mesmo dia, sendo feita pela Crunchyroll, dividindo o filme em 3 episódios de aproximadamente 20 minutos cada. Vocês podem ler a review da animação nessa postagem aqui.

Apesar de tecnicamente, a obra ser um “volume único” (na verdade, eu não sei como tratar esse mangá. Alguns falam volume único, outros tratam como volume 1 com algarismo romano (I) na capa… Vamos considerar como volume #1 mesmo), o mangá terá uma continuação. Uma “segunda temporada” (estilo como funcionam os manhwas) foi anunciada após a conclusão dos capítulos. Essa 2ª temporada ainda não tem previsão de lançamento. O volume compilatório da Season 1 foi lançado no Japão em 2 de Outubro, sendo um completo sucesso e sem surpresa alguma, não demorou muito para que o título passasse a ser licenciado em diversos países mundo afora. O anúncio no Brasil aconteceu em 30 de Abril deste ano pela Panini. Na ocasião, fizeram uma live em parceria com o canal do JBOX. O título foi lançado meses mais tarde, no final de Julho. Adquirimos a edição nacional e venho compartilhar minhas opiniões sobre esse volume ^^

Sinopse da obra:

Dragões são criaturas fantásticas mencionadas desde a antiguidade. Mas na verdade eles não são nem “fantásticas”, e nem “criaturas”. São seres monstruosos, ligados às causas de muitas mortes em Londres e que os cidadãos comuns não conseguem enxergar, muito menos sabem que existem. Porém, do lado reverso de Londres existe uma outra cidade. Lá os Dragões existem de verdade e podem ajudar na vida das pessoas, fornecendo energia e servindo de meio de transporte. Mas alguns causam problemas aos humanos, e para controlar a população de dragões existe a Wing Bind, uma organização que tem a missão de observar e proteger Londres”

Fiz uma introdução sobre o autor e o cenário por trás da obra e tenho que dizer que nunca consumi nada vindo de “Bleach”. Mangá, anime, filmes… Nada. Ou melhor, nunca li nada do autor. O Tite chegou a fazer trabalhos menores e menos conhecidos, porém não encostei em nenhum deles. Conheço “Bleach” mais de nome e por ter visto o fim da publicação do mangá no Brasil. Na época fazia pouco tempo que eu havia passado a acompanhar e comprar mangás (comecei em Julho/2017). “BURN THE WITCH” está sendo meu primeiro contato com o autor e para um 1ª vez, digo que foi até positivo (bem mais que eu poderia imaginar hahaha).

Eu ando um tanto ‘revoltado’ com obras escritas e/ou ilustradas por homens. O mercado está completamente lotado de mangás feitos por eles (nada contra, mas né…) e muitos caem nos mesmos problemas do tratamento para com as personagens femininas, além de que sinto falta de aclamar material produzido por mulheres. Isso seria amenizado se as editoras trouxessem mais shoujos, joseis, BLs e Yuris, o que me fez pegar um pouco de preguiça dos títulos feitos por autores. Questão de fase, mas é o que tem para hoje… Enfim, essa “preguiça” me fez baixar a expectativa com o mangá para algo quase nulo, beirando acreditar que seria bem ruim. Felizmente (ou não), graças ao meu pensamento, o saldo acabou sendo positivo. Muito embora BURN THE WITCH, por algumas vezes, caia no problema que mencionei acima: a forma de trabalhar algumas situações envolvendo as personagens femininas.

O problema maior está em um personagem, o Balgo. Sério, eu gosto do personagem, mas ele seria muito melhor se a grande “piada” dele no primeiro capítulo não fosse querer ver a calcinha da Noel. A grande motivação do personagem é ver a calcinha da guria. Sério isso? E pior, sendo um completo obcecado por isso, chegando a apanhar diversas vezes em decorrência disso. Felizmente essa “piada” fica menos frequente, porém vez ou outra ela ainda volta no decorrer do encadernado para me fazer desgostar do Balgo. O que é uma tristeza, já que ele tem lá seus bons momentos dentro da obra, sobretudo com seu cachorrinho, o Osushi(vulgo melhor personagem do mangá). As próprias meninas comentam sobre ser nojento o Balgo sobre a obsessão por calcinhas, mas tudo é levado mais como uma situação cômica e fica por isso mesmo, o que é bem incômodo quando acontece.


Já que comecei reclamando, vamos continuar a resenha reclamando – nada de muito novo sob o sol. Uma coisa que me incomoda um pouco é que por a história ter sido pensada inicialmente como um oneshot, algumas repetições de informações acontecem dentro do volume. Uma das páginas é literalmente repetida dentro do encadernado, o que é um tanto… Estranho. Entendo que há uma diferença bem grande de tempo entre o lançamento do oneshot e da serialização de 4 capítulos, mas não deixa de ser um esquisito quando você pega o volume e tem literalmente a mesma página explicando as mesmas coisas que você praticamente acabou de ler.

De forma básica, a narrativa é agradável e divertida. É uma coisa um pouco simples e que às vezes consegue ser confusa, porque vez ou outra o autor não consegue demarcar muito bem se os personagens estão em London ou na Reverse London. Nada que de fato atrapalhe seu entendimento da história, entretanto fica aquela sensação de dúvida quanto ao cenário que eles estão, principalmente porque sabemos que as duas protagonistas vieram de London (a normal) e elas têm uma vida lá (algo meio como as “Três Espiãs Demais”). Os cenários se misturam e como os dragões apareceram nos ‘dois mundos’, algumas cenas te fazer se perder o sendo espacial.

A história é bem básica e dentro das possibilidades, é funcional. Ocasionalmente eu sinto que o autor precisa correr com o andamento da história, fazendo algumas transições um tanto bruscas em viradas de página. Essa divisão e pausa de tempo entre os capítulos, na minha visão, saiu um pouco prejudicial para o andar da narrativa. E assim, lendo o volume, parece que você pegou o trem andando, não tem uma base explicativa para quase nada aqui, algumas coisas você pega no subtexto, outras ficam parecendo só jogadas para você, a exemplo das magias e invocações das mesmas. Os personagens só recitam elas aleatoriamente, um monte de números e códigos para tais e eu fico meio “ok…”. Da mesma forma que nós temos a abordagem das organizações que chefiam à caça aos dragões perigosos e elas só existem na narrativa. Jogam informações perdidas, você que tem elas ali e acabou. É estranho por você não ter uma introdução desses conceitos mágicos, logo tudo nesse quesito soa muito jogado na sua cara e você precisa só aceitar aquilo. E como a história ainda vai continuar, eu fico com a sensação de que podia ter sido melhor na construção e organização dos eventos. A verdade é que provavelmente fizeram o capítulo inicial, deu certo, fizeram a continuação, deu certo de novo e vão fazer uma nova sequência sem grandes planejamentos. Sempre amarrando e remendando as brechas que deixam para abrir mais o leque da história. O negativo é que não há exatamente uma ideia central para fazer os eventos de uma maneira mais certinha, causando certas inconsistências e deixando mais falhas do que esclarecimentos.

Falando de algo que gosto no mangá é o design. Vou começar falando dos dragões que são muito bons e criativos. Pode não parecer muito, porém isso traz uma riqueza muito grande ao material. É legal de ver e como são criaturas complexas, a forma como crescem e o próprio conceito do contato direto com dragões poder matar pessoas ou tornar elas ‘dracopossuídas’. O cenário de todo o mangá é 10/10. A ideia de uma Londres Reversa, detalhes como aplicar magia no jornal para ler o jornal de Reverse London, as varinhas/armas serem de assoprar como um instrumento… Tudo isso é um acréscimo muito bom, porque se dependesse puramente do texto, eu acredito que provavelmente acharia o mangá pior. Não ruim, mas é possível que não gostasse tanto como gostei. Nesse caso aqui, o desenho foi muito aliado do título. Mais para o fim do volume, as ilustrações são bem interessantes. E claro, o design de personagens é muito bom. Como o Rub comentou comigo, todo mundo soa como se fossem modelos, com roupas e penteados estilosos. É um mangá muito bonito de se ver. O Bruno – que tem maior destaque no fim do volume – é lindo demais. Mesmo o Balgo que é o cara mais simples em roupas e aparência, transmite um certo carisma e fofura dele, principalmente quando ele está de boca fechada. Em resumo, é um deleite visual, tanto para personagens femininas, quanto para masculinos ^^

Apesar do começo do mangá, o Balgo é simpático 🙂

As garotas são as grandes protagonistas e para a minha surpresa, elas não são tão sexualizadas. A Noel tem peitos grandes e em momento algum o autor cria quadros sugestivos, posições que aumentassem os peitos dela, ou até personagens caindo em cima delas. Não há nada nesse sentido. O Balgo que acaba sendo mais desagradável com suas falas. Todavia, fora isso, não há sexualização. A dinâmica da Noel com a Ninny é ótima. As duas tem ótimos momentos de comédia, sendo que a Noel é mais inexpressiva e a Ninny é a explosiva da dupla. O autor sabe trabalhar bem essa dinâmica, seja em falas ou simplesmente nas expressões de cada uma lidando com a situação. Elas partem para a briga, lidam com as ocorrências por elas mesmas e em momento algum o autor coloca elas atrás de algum homem. Eu aprecio bastante isso. A comédia consegue ser certeira com as duas. O timing cômico do Tite é ótimo. A exemplo da Noel zoando a mecha de cabelo do Bruno, ou a Ninny falando que certos nomes são muito japoneses para algo que se passa em Londres, ou a Noel ficar usando honoríficos (Ninny-chan) sem sequer ter parentesco com japoneses ou sequer ter visitado o Japão.

Nesse volume também temos duas quebras de expectativa excelentes. O autor constrói uma cena dramática, te faz acreditar que ele irá optar pelo mais clichê com os personagens solucionando o problema sem ter que ferir ninguém e que vai ficar tudo certo com os envolvidos no ocorrido. Porém ele não faz assim e quando você vira a página, tens uma bela surpresa. Gostei muito disso. Inclusive, essas cenas são acompanhadas de cargas dramáticas e a construção dessas cenas é boa, principalmente considerando que é um espaço muito limitado. 260 páginas para conseguir contar uma história mais ou menos fechada e ainda conseguir fazer dois momentos dramáticos dentro do volume, eu achei ótimo o resultado. Ainda mais que o tom da cena não é algo como “Chora aí mano”. É um ‘draminha’. Ele está lá e funciona.


Eu não sei se acho ruim de fato, mas acho até engraçado que o Tite Kubo parece tentar vender uma imagem meio ‘cool’ com o mangá. Como explicar isso… Digamos que tenho a sensação de que ele tenta te vender em algumas ocasiões, como sendo um texto mais reflexivo. Ele coloca algumas filosofias no meio da história, só que elas não parecem fazer muito sentido e as conclusões são meio toscas. Fica a impressão de que ele introduziu aquilo para parecer legal, que poderia “valorizar” o texto da obra ou algo parecido. Eu acho imbecil e consigo até rir disso (me lembra um pouco textos de algumas novelas, por exemplo).

Alguns são mesmo.

Fora isso, tem algumas pequenas tramas que surgem aqui e ali, como a Ninny ser uma Idol. Essa informação é jogada, tem uma pequena cena dela fazendo propaganda de um produto, mas é só isso. Tem um plot envolvendo esse fato sobre a personagem só que novamente, não é exatamente bem desenvolvido. É uma pena que esses detalhes menores vão sendo deixados de lado. Sei que vamos ter continuação, mas teoricamente é para ser uma história fechada aqui, ainda mais que nem tem previsão de quando virá essa tal temporada, muito menos sabemos se vai render mais de 1 volume, me levando a crer que esses detalhes menores que foram sendo deixados, vão ficar por isso mesmo.


  • Arte

Como disse parágrafos acima, o design de personagens e a criação do mundo é ótima. Muito rica e interessante visualmente. As cenas de ação são boas e gosto de algumas sequências que são mais movimentadas. A ação não é um grande foco da obra nesse volume, porém os momentos que tem, é bem feito. Uma coisa que acho triste que a encadernação acaba comendo parte das ilustrações em páginas duplas. Nessa questão, eu sinto falta de um miolo colado e costurado, isso facilita muito na hora de abrir a edição. Para conseguir visualizar melhor, sem precisar aplicar uma força bem grande para abrir por completo.

A quadrinização é boa e dinâmica. Só me perco em algumas viradas de página. Aconteceu de eu sentir falta de um quadrinho para fazer uma transição melhor entre as cenas. O desenho é bem polido e as expressões caricatas são bem usadas. O autor sabe bem quando usá-las e fica muito bom para cada cena.


  • A Edição Nacional

BURN THE WITCH” está sendo publicado no formato 13,7 x 20 cm, em capa cartonada. A edição foi lançada no papel Off-set 90g e vem com um pôster encartado (postamos foto dele mais acima na postagem), ao preço de R$ 34,90. A editora no anúncio havia comentado que o volume teria 4 páginas coloridas, mas na verdade se trata desse pôster. De brinde, o volume conta com um marca página. Mais detalhes de como ficou a edição da obra podem ser vistos no vídeo abaixo ^^

Tenho que dizer que esperava um pouco mais da edição pelo preço que estava sendo cobrado. Quando foi anunciado, a editora disse que publicaria o mangá pelo preço de R$ 34,90 por ele ter 260 páginas. Eu não gostei muito daquilo, porque é um “volume único” e muitas vezes, compensa mais você baixar a sua margem de lucro, mas vender mais do que deixar um preço mais alto e afastar os curiosos. É apenas algo que EU acho, porém em todo caso, por esse preço, esperava algo melhor acabado. O off-set que usaram é muito fino – nem parece que tem 90g – deixando passar transparências, principalmente em partes brancas. E poderiam ter feito miolo colado e costurado, considerando que são mais páginas do que um ‘tanko normal’. Por outro lado, a tradução e adaptação estão excelentes. O texto flui e não é truncado em momento algum. Não achei erros de português na edição.

Acontece nas melhores famílias, rs

Eu também não gosto da capa. No original, o mangá foi lançado com sobrecapa e a capa abaixo da sobrecapa é muito mais bonita. Só para terem uma noção, a ilustração é a que foi usada no marca página. Essa capa ‘vermelhona’ não diz nada sobre a série e não acho que ela seja muito atrativa comercialmente. Não sei se o Japão barrou usar a capa original, ou se a Panini simplesmente não tentou… E deixando claro que isso não é um problema da nossa edição (seria o cúmulo se dissesse isso).É só algo particular meu :/


Em conclusão, eu tive uma experiência até bem agradável com o mangá. Eu li ele no último domingo (29/08) e achei um bom mangá para se ler numa tarde, de forma mais despretensiosa. Ele entrega de tudo um pouco no decorrer da história, com a comédia sendo ótima e o plot que consegue entregar o mínimo até certo ponto. Obviamente que temos que considerar que a história vai continuar, então esse “ponto” não é em definitivo. Se eu recomendo? Eu acho que depende bastante. É um bom mangá para ler quando se não espera muita coisa vindo do roteiro. Eu genuinamente gostei do que li e tenho curiosidade para ver como continuará. Se irei de fato adquirir a continuação quando sair, é outra história. talvez eu só dê meu volume para o meu namorado… Não sei. Decido quando chegar a hora, rs 🙂

Osushi-chan, melhor personagem!

  • Ficha Técnica
  • Título original: BURN THE WITCH (バーン・ザ・ウィッチ)
  • Título nacional: BURN THE WITCH
  • Autores: Tite Kubo
  • Serialização no Japão: Shounen Jump
  • Editora japonesa: Shueisha
  • Editora nacional: Panini
  • Quantidade de volumes: Em andamento com 1 volume
  • Formato: 13,7 x 20 cm
  • Preço de capa: R$ 34,90
  • Compre em: Amazon/Loja Panini

Eu acho bonito…
Isso é resultado do avanço de uma criatura chamada otaku ^^

2 comentários em “Resenha: BURN THE WITCH (volume 1)

  1. Ah, outra coisa que eu gostaria de acrescentar, é que, as lutas são mt bem coreográfadas (após o 1°arco, já q mal tem lutas nele) e geralmente mt assima da média em Bleach… existem personagens mt carismáticos, como o Zaraki, ou o Ulquiorra, temos Grimmjow, Aizen e muitos outros, além disso não temos “mulheres impotentes”, famosas princesas (tirando a Rukia e a Inoue… a Inoue consegue ser a mais irritante, já q os poderes dela é de cura, já a Rukia evolui ao longo do tempo, deixando de ser uma das “princesas” da obra e passando ser uma daquelas q de cobre no murro(na espada no caso, principal power system de Bleach) enfim, temos muitas Mulheres Imponentes, ao invés de Mulheres Impotentes… a Rukia faz a transição e temos outras q de cobrem no c@c€t€ como Yoruichi, Unohana, Harribel, Bambietta dentre outras… outra coisa q eu ñ mencionei, é q tipo, NÃO é necessário ler Bleach, pra ler Burn the Witch, são obras diferentes (embora no mesmo universo, por causa disso, algumas referências e conceitos, apenas quem leu Bleach pega mais fácilmente, como o sistema dos Top Horns, q é basicamente os Capitães do Gotei 13 de Bleach, ou as Magias e suas recitações q são claramente, os Kidous de Bleach (os Kidous são um sistema de “artes demoníacas” dos nossos queridos Shinigamis, e são dividios em Hadous para ataque e Bakudous para defesa, além de claro, os Kidous Proibidos… no decorrer da série eles foram cada vez menos usados, já q Bleach seu principal power system é as Zanpakutous(as espadas) e o sistema de velocidade (Shunpo, Sonido e Rirenkyaku), álias esse tem vários nomes, pois uma coisa que gosto em Bleach é a é bem divido em Etinias, por exemplo, os Shinigamis são Japoneses, os Hollows/Arrankars são Espanhóis/Latinos, já os Fullbringers são Estadunidenses(famosos “Americanos” dos EUA), e os Quincies Alemães… e agora com Burn the Witch com as Bruxas e Dragões, temos os Britânicos(nossos grandes Ingleses) também no verso de Bleach×BTW, só fico na pergunta de qual etinia, o Kubo irá usar pros Ghouls Infernais… q foram apresentados recetemente🖒, sim ao que tudo indica, Bleach terá uma continuação, intitulada, Bleach: No Breathes from Hell, já q o Inferno, acabou q nunca foi abordado em um arco, embora mencionado, então dae temos aquele cap especial de 20anos de Aniversário q é o começo dessa abordagem oq poderá gerar em um provável futuro arco do Inferno… enfim, acho q ñ tenho mais coisa pra falar… obrg pela sua atenção!!

    Curtido por 1 pessoa

  2. Não li tudo oque vc disse sobre a resenha, pq eu so preguiçoso skk, mas eu entendo do pq vc ñ ter entendido o power system de Burn the Witch, no caso, pra entender mais os conceitos de BTW é preciso ter lido Bleach, já q BTW é meio q um spinoff da série, o próprio Kubo disse q se passa no mesmo universo (sendo Bleach no Japão, e BTW na Inglaterra), me pergunto como ele vai fazer pra ficar tudo amarradinho, mas enfim, Bleach pode ter seus altos e baixos, mas eu como fã da série ñ a chamaria de um completo lixo como mts falam, mts falam q é cópia de Yu Yu Hakusho e blá blá blá, nunca vi YYH mas de fato deve ter algumas coisas semelhantes, além disso, sempre dizem “Ain o Kubo não sabe escrever”, po Bleach tem seus altos e baixos, sendo o 1°arco mt enrrolado e até apresenta conceitos q foram esquecidos ao decorrer da série, além disso o ponto mais baixo e de porre mesmo é a Guerra de Karakura, onde eu considero o PIOR arco de Bleach, mts ñ gostam da TYBW (Guerra dos Mil Anos), mas a Guerra de Karakura é concerteza muito pior, além do mais, o Kubo estava muito, mas muito mesmo desenhando com o braço totalmente ferrado, ele teve até q fazer uns tratamentos ou sla oq por conta do braço, e o final da TYBW foi beeeem corrido, e a maioria q fala q o final é péssimo é mais por shipp, de q o Ichigo ficou com uma e não casou com a outra. A propósito, para Bleach ficar muito bem mais amarrado doq aparenta, como os Fullbringers q surgiram do “Nada”, temos as Novels, elas complementam e MUITO o mangá Bleach e são canons, eu não as li, pq ñ sou fã de ler novel, mas peguei insformações delas aqui e ali, além disso vc pode acabar estranhando a arte inicial de Bleach, mas ela evolui com o tempo, sendo o ápse da Arte do Kubo a TYBW, acho q lá, ela está até mais bonita doq aqui em BTW ou em NBFH (No Breathes from Hell), além disso muitos dizem q o Kubo é preguiçoso e q ñ gosta de desenhar cenários, mas, tipo de fato ele ñ gosta, mas a outro motivo do pq ele sempre deixar fundos em brancos, o Kubo presa pelo “visual” de uma cena, tipo ele prefere dar muito foco as expressões dos personagens, tanto q os olhos são mt bem desenhados, e á paginas sem diálogos, mas com apenas uma olhada vc sabe oq se passa nela, além disso a maior parte de quem fala, “Bleach é ruim” são as pessoas q leram semanalmente, e eu entendo elas, Bleach aparentemente não foi feito pra isso, temos muitos quadros expositivos, além disso o Kubo ama as viradas de páginas, pode estar uma página normal e ela vira e PÁ!!! aquela surpresa, ainda mais q em Bleach temos os sistemas de velocidade… famosos Shunpo/Sonido/Rirenkyaku e por isso o Kubo geralmente os usa em viradas de páginas pra cortar movimentos e tbm pra fazer aquela cena de impacto, uma coisa tbm, é q como eu disse assima o 1°arco é MUITO enrrolado, digamos q são 70Capítulos de PURA introdução de universo, isso funciona em One Piece, mas em Bleach acaba ficando massante, enfim tirando o 1°arco de fora, logo em seguida temos o 2°arco, onde vem a nossa recompensa por ler toda aquela enrrolação, o Arco da Soul Society por mts considerado um dos melhores arcos Shounens é simplesmente incrível, com direito até clima de Mistério e Suspense, são Muitos cápitulos com tipo um “Among us”, tipo tem um Traidor entre nós, mas ninguém sabe quem é, e nem o leitor consegue descobrir até o momento da revelação (embora com tantos spoilers no mundo dos animes, leitores de hj em dia, podem acabar descobrindom…) a propósito o anime é MUITO censurado, tipo tem cenas q foram tão censuradas q perdem o impacto, outra coisa q falam mal de Bleach é q, “Ain, alá só tem PROTAGONISMO” claro, me pergunto, qual Shounen não tem protagonismo? E mts vezes criticam certas transformações do Ichigo, o protagonista, mas ao meu ver foi q leram com a bund@, pq tipo uma cena ae né, q todo mundo fala q é protagonismo, mas ela é um exemplo GIGANTE de Foreshadowing, tipo, tava explicito desde o 1°arco q aquilo poderia acontecer e o Kubo foi sempre indo gradualmente até essa tal cena de “PROTAGONISMO”, além disso, pra tudo tem uma recompensa, e tanta gente q só viu o anime, onde o mangá não foi todo adaptado, julgam ainda mais essa cena, mas… além do Foreshadowing exorbitante q ta na cara do leitor, é só prestar atenção, enfim, dizem “ele tira poder do c*”, sim ele tira poder do c*, mas no mangá é explicado no último arco, a TYBW pq esse c* tem tanto poder pra ele tirar, falando do verso de Bleach, eu diria q bem, temos a ordem cronológica, mas eu vou fazer um pouco diferente… começamos com
    •Bleach (mangá, vol. 01 – 08)
    •Bleach Novel: Letters from the Other Side (volume único)
    •Bleach (mangá, vol. 09 – 20)
    •Bleach Novel: The Honey Dish Rhapsody (volume único)
    •Bleach (mangá, vol. 21 – 48)
    •Bleach Novel: Spirits are Forever with You (vol. 01 & 02)
    •Bleach Novel: The Death Save the Strawberry (volume único)
    •Bleach (mangá, vol. 49 – 72 (apenas o capítulo 653 do vol.72)
    •Bleach Novel: Beginning of the Revive of Tomorrow (volume único)
    •Bleach (mangá, vol. 72 & 74)
    •Bleach Novel: Can’t Fear Your Own World (vol. 01 – 03)
    •Bleach Novel: We Do knot Always Love You (volume único)
    •Bleach: Special chapter 20th Anniversary (No Breathes from Hell)
    •Burn the Witch (Spin-Off)
    E é isso, acho q ñ tenho muito mais a dizer… obrigado pela sua atenção!!

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s