Fumetsu no Anata e (To Your Eternity) #4 e #5 – Impressões

Depois de algumas boas semanas, enfim retornamos com as impressões do anime ^^

Olá meus queridos! Espero que todos estejam bem! Depois de um bom tempo sem comentar o anime de “Fumetsu no Anata e” (acho que já passou 1 mês desde a última postagem), enfim retornamos! Ainda estamos tendo problemas pessoais, o que atrasam e dificultam nosso processo de produção dos textos. Vamos seguir comentando 2 episódios por postagem e esperamos ficar em dia o quanto antes :). Bora para o post \o


RUB: Alê, retornamos os comentários de Fumetsu, mesmo depois de várias semanas em hiato. Semelhante ao Tokyo Revengers, tentaremos manter regularidade, só não garantiremos, porque eu ainda estou em reforma na minha casa. O blog estará meio bagunçado, mas tentaremos ainda fazer as impressões semanais dos dois animes. E como falaremos dos episódios 4 e 5 de Fumetsu, acabou sendo uma decisão acertada, pois esses capítulos foram o encerramento desse arco da March e Parona. Bem, posso dizer que acertamos várias previsões que fizemos nos primeiros dois posts de impressões do anime (Na época eu ainda não tinha lido o mangá). Aquela religião é uma forma de cabresto para o pessoal daquela aldeia, que a velhota não é xamã porra nenhuma, que ninguém tinha visto o Deus realmente (apesar de todos saberem que era um urso gigante) e que existe uma sociedade que controla os ensinamentos para aldeias mais arcaicas da região. Lembra muito a comparação do catequismo e dos jesuítas em ensinar a sociedade “moderna” para os indígenas. Também rola que nem tudo e todos são maus realmente. Existe uma alta classe que controla a comunicação e padroniza os costumes para viverem de trocas de especiarias e matérias-primas conseguidas dessas aldeias. Parando para pensar, é basicamente um campo de concentração, em que existe uma grande população trabalhando para outras pessoas e não ganhando nada com isso. A Hayase seria uma espécie de elite/guerreira que ganha vantagens das informações que detém da região. Tanto que é estranho ela falar para comerem o quanto quiserem, visto que guerreiro ou lutadores não ganham tão bem assim na cena do jantar. Nessa parte temos pinceladas de criticas ao fanatismo religioso, até com o capitalismo e o sistema de educação, em que ensinam somente o básico para não aprenderem demais sobre o mundo e se rebelarem. A Hayase que estava toda ‘coisa’ na hora da refeição é mais um sinal que ela não é da classe baixa ou da burguesia. Ela até tenta barganhar o Fushi como o novo salvador para o clero da cidade, mostrando que podem utilizar esses poderes para conseguirem dinheiro da fé de outras pessoas.

ALÊ: Não só as nossas colaborativas, como as de “Moriarty” também que estão alguns episódios atrasados (geralmente eu escrevo essas postagens de noite). O blog vai estar na mais pura correria, mas vamos tentar conciliar tudo. Falando de “Fumetsu”, casou perfeitamente o nosso atraso, já que tivemos o desfecho desse primeiro arco da obra. Eu gostei bastante do aspecto de fanatismo religioso, alienação e oportunismo para manipular toda aquela região. Pensei exatamente isso, em que eles deixam as pessoas da região o menos instruídas possível, sobrevivendo apenas com o básico mesmo e nada de incentivar leitura ou o conhecimento de outras áreas. É muito mais fácil alienar as pessoas quando não se tem conhecimento. Quanto menos elas souberem, melhor para quem quer controlar dos demais (oi governo que quer limitar o acesso a livros, porque “pobre não lê”). E pensando por esse lado, é bem palpável como as pessoas daquela cidade conseguem controlar as demais de toda a região. Eles são pessoas que dominam conhecimento, tornando mais fácil articular argumentos convincentes para as pessoas. Logo, criaram a imagem do deus Oniguma (e coitado do bichinho), a história dos sacrifícios como um meio de “proteção” para os demais povos e em troca daquela promessa, eles iam se aproveitando e conseguindo terras, dinheiro, comida e outros benefícios. A obra ainda aproveita para destacar sobre a questão de ter PRAZER em sacrificar outras pessoas. A senhora usada para ser a xamã revela que eles fazem isso, em especial, só por satisfação em estar fazendo o sacrifício. Gosto de como a Hayase começa a atuar quando a March, Parona e Fushi estavam para chegar na cidade. Ela passa a ser gentil, dizer que a partir de agora eles iam ser moradores da cidade, que iam viver ali o resto de suas vidas… tudo muito bonito. Até achei um pouco estranho a Hayase começar a ser gentil com eles, oferecendo comida quaisquer que eles desejassem, roupas e outras coisas, sem se importar com dinheiro. É muito diferente, até então, do que havia sido mostrado durante a prévia do episódio. Mas não demorou até tudo isso mudar a apresentação. Vale ressaltar também a questão da exibição da cidade. Como só tínhamos tido cenários mais desertos, ou mais afastados até ali, nós não temos muita noção de como seriam outras localidades, e a primeira metade do episódio 4 ilustra bem a vivência das pessoas. Vestimentas, casas, talheres e até um pouco dos costumes. Ainda remetendo algo mais de feudalismo, mas já parecendo uma cidade (até pela extensão daquele lugar, que é bem grande). Também é muito bom ver como o Fushi reage à estímulos. Vimos isso ao longo desses dois episódios, mas um bem demarcado antes da desgraça começar a acontecer, foi quando o Fushi comeu a comida (esqueci/não sei o nome) e tinha o palito, furando a boca dele. Ele tira, cicatriza e percebe que é para segurar o palito e comer as “bolinhas de carne”.

RUB: O protagonista é um bebê que aprende tudo de estimulo ao seu arredor com muita facilidade. Só que novamente a produção do anime está bem capenga. Na sequencia seguinte ao jantar em que o Fushi está em uma arena e vem os prisioneiros tentando matá-lo, a parte final da fuga tem uma animação e edição esquisita demais. É visível que é para poupar verba, porém ficou horroroso toda essa sequencia. Se eu não tivesse lido o mangá, toda essa parte ficaria confusa, porque não dá para saber exatamente como ele fugiu e foi capturado novamente. Só vemos ele correndo, a Hayase atirando e guardas em volta o esfaqueando em diversas direções. Também tem outros momentos bem ruins em relação a produção, mas essa parte é bem gritante. Eu tenho uma outra reclamação, pois isso também vem do original. Como você disse Alê, essa parte de aprendermos uma nova sociedade daquele mundo é bem legal e interessante. Porém foi MUITO RÁPIDO. Não deu tempo de aprofundarem e as personagens já foram jogadas para prisão. Basicamente eles resumiram em slides de PPT mostrando imagens isoladas. Aí quem não leu, vai pensar que adaptaram rápido essa parte, só que é o contrário. Por incrível que pareça, a adaptação salvou MUITO esse trecho. No original é bem pior. São umas cinco páginas de mostrar a cidade e foda-se a contextualização. O leitor que complementa as informações. Vários diálogos foram mais trabalhados nessa parte no anime. Basicamente essa parte no anime foi bem melhor do que o original, porém sinto que ainda foi bem raso em diversas questões, principalmente envolvendo o clero dominante dali. Aí temos toda a parte da prisão, em que rola um plano de fuga e como vão convencer seus familiares de sua aldeia que a religião empregada é uma grande mentira. Destaque da parte final do episódio 4 que é a de conexão com a natureza, tendo aquele urso gigante agradecendo a March por ter cuidado dele em seus momentos finais. A autora tem essa pegada de espiritualismo com a força da fauna e flora. É um tema trabalhado de forma bem tangencial, mas será recorrente na história. Só que teve uma parada para mim que não faz sentido. O urso era gigante (apesar da produção variar bastante no tamanho do animal). A Parona ia levar como uma prova o quê daquele animal? Ia levar a cabeça? Ela ia conseguir carregar até lá? E ninguém sabe a “forma” do Deus na aldeia. Como ela iria chegar lá e falar “esse é o suposto Deus” e todo mundo acreditar? Sei que tem o passado dela com a irmã mais velha sendo sacrifício, porém ainda não consegui ter uma dimensão desse plano dela de desmistificar a religião falsa. É muito esquisito. No mangá é ainda mais confuso essa ideia. Tanto que só bastou o Fushi virar um humano na frente de todo mundo no episódio 5 para ser mais efetivo. Sei lá, o plano não me pareceu algo claro ou que parecesse que funcionaria como possibilidade de convencer aquele povo da aldeia.

ALÊ: SIM! E aproveitando esses dois pontos (pouca exploração da cidade e Fushi aprender com estímulos), daria muito bem para passar 1 episódio inteiro com ele tendo contato com as pessoas e coisas da cidade. Por exemplo, deram ênfase no Fushi aprendendo que para comer os espetinhos, ele precisa segurar o palito, mas naquele ambiente, daria para explorar muito essa questão. Além de claro, ser um momento perfeito para aprendermos mais sobre aquele mundo. Sempre lembrando que não temos noção completa do que se passa lá, ou o quão avançada é a sociedade. Até o episódio 3 sabíamos só de vilas, nesses dois episódios tivemos uma cidade maior e mais desenvolvida em relação às outras. O ambiente em si era muito bom. Não precisa mostrar cada cantinho, ou gastar 3 episódios nisso. Só precisava mostrar mais algumas interações dos personagens com o ambiente, ainda mais que a Parona e a March também não tinham grandes conhecimentos sobre a realidade ali. A própria questão da escrita que a March tentou fazer uma carta, mas aí levantam a questão de que o povo deles e os demais da região não sabem ler e nem saber a localização exata da vila. São coisas muito interessantes que poderiam ter rendido mais pontos positivos para a narrativa e desenvolvimento dos personagens. E me entristece ainda mais saber que no mangá essa questão é pior… Gostei de saber desses elementos espiritualismo. Achei uma ideia legal e interessante de se abordar. Eu não sei exatamente se o Urso já estava morto, mas a alma do bichinho estava sentindo dor e o Fushi estava transmitindo isso, ou se o bicho ainda estava vivo. Pelo que entendi, conforme o Fushi vai tendo contato com as pessoas, ele absorve algum tipo de características delas e nisso ele consegue se transformar a partir daquele momento (ele mudar a forma dele entre humano, lobo e urso). Ou ele meio que mantém a alma deles consigo, porque tanto no momento que o guri morre no primeiro episódio como nesse que a March faleceu, você tem a ideia da alma dos dois estarem ali. Então acredito que pelo menos um fragmento delas dessas pessoas ficam com o Fushi e a partir disso, ele consegue mudar a forma para essas coisas/pessoas/bichos. Pelo que vi, a ideia da Parona era levar o olho e uma parte da pelagem do Urso para a aldeia. Mas como você disse, não ficou muito bem explicado como isso funcionaria. Talvez fosse algum tipo de plano desesperado para tentar convencer o pessoal. Se iria funcionar ou não, seriam outros quinhentos. Sobre a animação, há momentos que o design fica bem simples e nem são takes tão distantes da tela, são cenas até próximas, mas cabelo e até os olhos perdem os detalhes. Na cena da fuga, eles arrombam o portão de madeira, só que eles estavam numa carroça com cavalos, COMO EXPLODIRAM AQUILO? Não tinham muitas evidências do Fushi ter feito algo. Só aparece o portão explodindo e os cavalos vindo logo em seguida. Há momentos muito confusos na animação. Me pergunto como estará lá para a metade, ainda mais que eles já adiaram a estreia de Outubro/2020 para Abril/2021 por conta da pandemia. Começo a ficar um pouco preocupado com essa produção.

RUB: É o estúdio mostrando suas limitações. Eu não consigo confiar na Brain’s Base. Eu sei que eles fizeram a primeira temporada de Oregairu, porém até mesmo em uma animação de 8 anos atrás, a empresa não demonstrou tanto esmero técnico assim em produção ou animação. Eu sei que eles vão se dedicar em momentos mais importantes e o resto vai sair na forma que der. Tanto que a sequência da fuga é a melhor coisa desses dois episódios (e olha que tem uns erros de continuísmo meio tenso nessa parte também). E eu afirmo que essa parte no anime é MUITO SUPERIOR a do mangá. Nessa sequência no original, não teve 1 décimo de toda a carga dramática que foi apresentada na adaptação. Se na animação o anime está bem capenga, na direção ao menos o anime está se salvando. Tanto que conforme eu lia o mangá, eu pensava que quem iria morrer seria a Parona e não a March. Eu só fui perceber a “death flag” quando a March lembra do sonho de ser uma adulta. Aí eu pensei: -Vixi… quem vai morrer vai ser ela. A guria toda feliz e só percebendo a perseguição minutos depois de sua empolgação inicial. Aí também focam nela quase que exclusivamente, depois tem toda a introspecção de sua personagem… estava rumando para um destino inevitável. E olha que até cogitei que a autora estava soltando um bait depois da primeira flecha atingir a March e tal, fazendo com que o Fushi surgisse com um poder oculto do caralho para curar a guria, porém é irreversível. Ao menos essa decisão criativa foi do meu agrado. Mostra que tem certas coisas que não terá solução ou será irreversível. Não chorei, porque ainda acho que o ápice do mangá foi o primeiro capítulo. A cena foi emotiva, mas nada que chegasse as lágrimas realmente. A Hayase se fudeu bonito no rolê. Só que novamente bate naquilo que dissemos anteriormente. O Fushi se transforma em um PUTA URSO GIGANTE que destroem cidades e os caralhos. Aí ele bate na Hayase por ter matado na March e com a força do impacto, não era para ter sobrado nada da mulher. Só que ela está viva (doida e psicótica, mas ainda respira) no final do episódio, sendo ainda perseguidora do Fushi. Essa parada de ainda “termos” um vilão nessa história foi muito desnecessário. A Hayase literalmente virou um Exterminador do Futuro, em que ninguém mata ela e que só tem um objetivo de pegar o Fushi. O protagonista tranquilamente poderia ter seguido seu caminho sem essa necessidade de urgência da fuga da aldeia. A Hayase vai ficar sobrando nessa trama.

ALÊ: Não lembro de cabeça, mas acho que além de “Fumetsu”, os únicos animes que vi do estúdio foram “In/Spectre” e a 1ª temporada de “Oregairu”. Eu não sei/não lembro exatamente o que aconteceu no estúdio, mas salvo engano, diversos bons animadores de lá saíram. Atualmente, parece que eles estão melhorando. Principalmente em vista de Oregairu (2013) e “In/Spectre” (2018) tem uma diferença bem grande na qualidade da animação. Tanto que antes do anime estrear, eu achava que ele estaria ‘capenga’ semelhante à Oregairu. Mas a qualidade deles ali estava muito boa. ACHO que pode ter a ver com a Crunchyroll estar injetando dinheiro nessas produções, ou o estúdio voltou a ter um pessoal experiente/bom em animação. Só que assim, eu ainda acho o resultado muito bom no geral. Eu fico muito preso nos episódios por achar eles muito imersivos e nem reparo nessas questões. Só coisas muito gritantes como foi o caso da carroça estourar o portão de madeira. Fora isso, a maior parte dos problemas de produção que o Rub fala eu só venho perceber aqui enquanto fazemos postagem. O que eu acredito que irá acontecer é eles priorizarem mais os momentos que a animação exige, ainda mais que vão ser 20 episódios de anime e nós estamos em 1/4 deles, enquanto que o resto deve ficar oscilando entre esses momentos. Takes mais próximos provavelmente serão mais polidos, mais detalhes e serão mais complexos, enquanto outros quadros um pouco mais distantes devem ser mais simples (e até “tortos”). Eu não acho isso necessariamente ruim, e vai depender muito do diretor conseguir “esconder” ou saber usar bem seus recursos e fazer sair o melhor resultado disso. Enquanto eu continuar imerso e a trama não apresentar tantos problemas narrativos, eu provavelmente não irei perceber esses pontos sobre a produção. Eu fiquei um pouco puto com essa cena da March, porque tomei um spoiler. Saiu o episódio e eu estava no Twitter do blog. Aí apareceu um tweet dizendo “o fim da March” ou alguma coisa assim. Eu não vi tudo, porque assim que comecei a ler e vi a frase, já saí dali, mas já saca o que vai rolar… Então, aconteceu. Quando vi o episódio semanas depois, parte da “graça” da cena não existia mais, pois eu já tinha uma noção do que iria acontecer. Eu provavelmente não chorei por causa disso. É a vida :(. Eu gosto desse aspecto de trazer as vontades e desejos da March nesses momentos, porque é literalmente uma criança que quer viver, que sabe que há muito o que aprender e tem muitas vontades para realizar nessa vida. Essa junção para os momentos finais é algo bem interessante e comovente. A Hayase é um caso que acho curioso, porque quando o Fushi vira um urso e a acerta, depois vemos o estado que a guria ficou. Estava um pouco chocado, porque achei que ela fosse morrer ali mesmo e eu já vi as capas do mangá. Ela aparece em uma mais para frente, então estava achando que a personagem ia durar até ali. Depois até cogitei que a autora queria fazer esquema de 1 personagem por capa. Porém, aparentemente (lembrando que não leio o mangá), ela não é exatamente humana (ou eu só estou falando merda mesmo). Ela se regenera?! Quando ela aparece novamente no final do episódio, não sei bem se foi só impressão, a pele dela parecia rachada (completamente psicótica) e estava muito bem para quem tinha sido acertada por um urso daquele tamanho. Eu fiquei bem interessado em conhecer mais dos mistérios desse mundo e pelo que é mostrado na prévia do episódio 6, nós teremos mais desse lado místico/sobrenatural da obra. Curioso nesses aspectos do mangá. Eu não sei exatamente o que achar da Hayase ainda estar perseguindo o Fushi. Se por um lado acho que pode ser bacana por o Fushi agora ter que andar por aí de forma mais ágil e consequentemente, conhecendo mais coisas.

RUB: Essa parte da Hayase que é a parada mais forçada para mim nessa parte. A guria morre com um flecha, porém a outra toma uma patada de 20 toneladas de um urso 20x maior que ela e sobrevive, AINDA PERSEGUINDO O FUSHI!? Era para a personagem ainda estar fudida ao menos, sem nem se mexer. Só que consegue mandar e andar de cavalos… vai entender. Estarei evitando spoilers da história, não te preocupa. Não serei o cuzão que te dará dicas do que vai acontecer daqui para frente igual a esse usuário no Twitter. xP. Como já li tudo lançado até hoje, estou com 0 expectativas. Minto. Torço para que a produção corrija boa parte dos defeitos do mangá, porque um dos principais problemas da obra é ela ser cíclica demais. Vocês irão entender conforme a adaptação for avançando e formos comentando. Sinceramente, somente o anime pode salvar essa história para mim, porque estou bem desanimado com Fumestu. Sei que a animação não vou poder contar. Só espero que a direção e os roteiristas tenham consciências dos problemas no original e conserte o que tem para arrumar.

ALÊ: Essa parte da história ‘se repetir’ é uma das poucas coisas que sei. Não sei em que sentido, porque não pedi detalhes, mas um amigo há alguns anos falou isso para mim. Descobrirei junto daqueles que nos acompanham no decorrer dos episódios hahaha. Independente disso, torço para que a direção consiga pelo menos amenizar esses problemas. Eles já fizeram isso, inclusive nesses dois episódios. É esperar e torcer pelo melhor.

Pobre March 😥

Como é mencionado no começo da postagem, começamos o post quando estava rolando o JBC Festa (final de maio) e terminar o post nos primeiros dias de Junho. Só agora conseguimos montar o post direitinho e publicá-lo. Vamos ver se as próximas saem mais rápido (não desistam de nós!).

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