Review de Darwin’s Game

Ressuscitando dos mortos uma das maiores desgraças lançadas em janeiro desse ano.

Olá pessoas! Quanto tempo!? Graças ao meu trabalho e a minha faculdade tirando o meu coro nesse semestre, fiquei meio ausente no blog por alguns meses. E até para retornar com estilo, nada melhor do que comentar uma pérola lançada esse ano (no mal sentido) que foi Darwin’s Game. Durante algum tempo no blog, teremos uma leva de reviews dos animes de temporadas passadas. Eu e o Alê vamos tentar acabar com essas pendencias que ficou para trás e não deixar acumular tantos posts para fazer no futuro. Como comentamos os episódios iniciais de Darwin’s de forma colaborativa, decidimos manter essa linha para essa review. Para quem quiser ler as postagens anteriores, o link para elas está aqui. Então fiquem com a nossa conversa, minha e do Alê, sobre as nossas impressões finais desse anime “TÃO” maravilhoso. xP

Sinopse: Na história, Kaname, nosso querido protagonista recebe um convite para um misterioso jogo de smartphone. Assim que ele o instala, ele acaba envolvido em um jogo onde cada jogador usa de habilidades especiais dadas pelo jogo, para lutar um contra o outro. Agora o protagonista tem que descobrir o que está acontecendo, e como parar o jogo, enquanto tenta sobreviver na guerra até a morte entre os players.

RUB: Alê, depois de um tempo de hiato (meu semestre na faculdade foi pesado) com os posts de reviews das temporadas, e na busca de zerar todas as pendencias que deixamos, eu e você estaremos fazendo uma maratona de assistir uma porrada de animações atrasadas disponibilizadas em 2020 para escrever textos sobre as nossas impressões finais desses animes em questão. E já começamos com uma obra que estreou lá no começo do ano. Chegamos a fazer posts comentando alguns episódios, mas ainda temos que fechar esse caixão meu caro, porque eu não quero falar dessa obra tão cedo. Estou falando de Darwin’s Game. Uma das obras que tinha um certo hype antes da sua estreia por parte do público otaku, porém não chegou nem perto de atender uma parcela dessa tamanha expectativa gerada pela sua adaptação em outra mídia. Até eu quero lembrar, por ordem cronológica, os ‘principais’ eventos dessa história. Você recorda Alê que o primeiro episódio desse anime teve 50 minutos? Mano, quando eu estava revendo alguns trechos da animação para lembrar de certos detalhes, fiquei surpreso pelo episódio de estreia ser quase de uma hora. Aliás, não tinha necessidade alguma ser um capítulo duplo, pois o próprio roteiro é todo segmentado deixando nítido uma divisão que poderia ser transformado em dois episódios e que não faria falta alguma. Você lembra Alê de como o Kaname entrou nesse battle royale mobile? O amigo dele antes de morrer mandou um convite para ele participar desse game maluco de pontos e trocas. Que baita amigo é esse em jogar o parceiro no inferno… lógica está nas alturas nesse anime. E nesse começo o Kaname fica com receio de matar, evitando o conflito a todo custo. Depois muda na reta final, porém quero focar na introdução dos personagens, porque ainda temos que falar da Shuka. Aquela guria que, POR ALGUMA RAZÃO, se apaixona pelo protagonista a primeira vista e se torna o seu braço direito, com direito a dormir pelada ao lado do Kaname sem nenhum receio. Até estou ignorando que no dia anterior ele foi perseguido por um maluco que usava um capacete de mascote de um time de beisebol que estava tentando mata-lo. Além da produção precária, o tom da narrativa não casa com o que está acontecendo na tela. Personagens fazem alguma coisa séria ou ‘DARK’, para minutos depois ter alguma cena de comédia romântica sem sentido. Não existe uma uniformidade ao mostrar os eventos do enredo sem parecer esquizofrênico no resultado final.

ALÊ: Tem anime para um caralho pendente e vamos tentar correr com eles para fazer o máximo de postagens possíveis nesse fim de ano. Darwin’s Game era uma das grandes apostas do público otaku e que prometia ser o grande anime DARK EDGY da Temporada de Inverno de 2020. Hoje em dia quase ninguém lembra da existência (graças aos céus). Por nós termos comentado até pouco mais da metade do anime (fomos até o episódio 6 nas postagens), eu ainda tinha alguns bons flashs dos acontecimentos do anime na mente, mas peguei para ver alguns momentos específicos dessa pérola da animação nipônica e caí na gargalhada. Só de você mencionar algumas passagens dessa obra já me faz rir. É muito ruim XD. Esse anime é todo errado. Tudo nele deu errado. A começar pelo próprio roteiro que não se ajuda e temos que lembrar que quem estava fazendo a composição de série da animação era o próprio autor do mangá. Então se tinha algo para salvar, era com ele. E como vimos, não tinha jeito mesmo. Todo o segmento desse episódio inicial é muito estranho. Como você mencionou, o amigo do Kaname indica ele para o jogo. Ele não tinha nenhuma inimizade na sala para indicar? É MUITO questionável tu colocar teu amigo num jogo mortal… A Shuka já aparece no comecinho e por algum motivo desconhecido, ela é notificada de que há um novo jogador (Kaname). Desde dali, ela já aparentava ter algum interesse nele. Fora que você não vê essa notificação de novos participantes acontecer no resto do anime inteiro e com nenhum outro personagem. E pelo que é mostrado nos arcos seguintes, são participantes DEMAIS nesse jogo. A renovação de novos membros deve ser algo bem constante. Mas ok, no episódio inicial tem o Panda psicopata, sangue para todo o lado, cenas muito mal feitas e a primeira cena MEMORÁVEL do anime que é a corrida em câmera lenta da Shuka perseguindo o Kaname que é uma das coisas mais impressionantes que vi esse ano. É fabuloso de RUIM! E claro, a guria é derrotada de alguma forma e obviamente se apaixona por ele e acaba o episódio. No outro já temos uma cena ridícula com ela na cama nua e posteriormente tem direito à um encontro com ele. “Darwin’s Game” é uma verdadeira experiência!!!

RUB: Eles saírem em um encontro enquanto uma porrada de gente estavam atrás deles, não faz sentido algum. Até aparece o “Flash” do anime para lutar, e que a principio mais parecia stop motion de tão mal animado foi essa cena de batalha entre ele e o protagonista. No final eles ficam amigos, trocam contatos porque… acabou o tempo da aposta. Só tem incoerências na história. Quando começa a ter infodumps sobre como funciona aquele game, a vontade de dormir enquanto eu assistia o anime era grande. Resumindo, o jogador ganha pontos vencendo a luta ou o oponente morrendo. Para completar o pacote, ainda temos o conceito de ‘EVENTOS’ nessa realidade. Realmente isso é jogo de celular medíocre pay-to-win. Alê, quando mostram que esse tal evento misterioso é um BATTLE ROYALE, eu já estava anestesiado de tamanhos absurdos que acontecia e eu não ligava mais. O objetivo de procurar anéis foi tenso de aceitar. Quando começou a competição, MAIS LORE jogada na sua cara e foda-se a contextualização. “Todos os jogadores tem radares e quanto mais anéis você tem em posse, mais forte fica o sinal indicando sua posição.” Meu amigo, foda-se esse evento. Eu mal conheci o Kaname para me importar sobre os perigos que ele vai enfrentar dali em diante. Aí quando aparece a guria “gênio” capaz de prever as coisas e suas probabilidades, comecei a entender que o autor não sabe o que estava fazendo. Ele só vai jogando os personagens e conceitos, para em seguida tentar juntar tudo lá na frente e servir de base para sua história duvidosa. Também nesse arco temos o clássico momento que o prédio do lado de fora é hexagonal, por dentro é um quadrado, mas que tem uma imagem da planta do edifício grudado na parece que mostra que ele é triangular…o prédio é um METAMORFO de concreto e vigas de aço. 100% CONFIRMADO XP. Ainda temos o maluco de roupa tática com uma AK-47 perseguindo eles, temos o florista na jogada também que os prendeu com aquela samambaia gigante. E obviamente não podemos ignorar um fato: a força da explosão de uma granada é totalmente personalizável na medida que o autor necessitar para manter o personagem principal vivo. Inclusive essa mamata dele copiar objetos SÓ DE APENAS VER não me desce nem fudendo. Ele copia PERFEITAMENTE uma arma. Então além dessa habilidade, ele tem uma visão de raio-X para ver as engrenagens do armamento. Diversos momentos ele replica alguma parada sem nem ter visto direito o que ele queria. Só conveniências nessa obra.

ALÊ: Verdade. Tinha esquecido completamente da existência desse tal Flash. Eu vi agora pouco a cena do episódio 2, mas ele é um grande nada para a história. Tanto que dali em diante ele só aparece em momentos específicos. Bem foda-se mesmo. Na verdade, quem não é foda-se nesse anime? Todo mundo é um grande nada. Todos viram amigos muito rápido, te forçam um drama na busca de querer fazer você sentir empatia com os personagens sendo que você mal os conhece. Ninguém liga para eles. Se morreu, se viveu, não estou nem aí. Eu tinha esquecido totalmente que nós passamos mais da metade do anime só nesse arco. Ele começa no final do episódio 2 e se arrasta até o final do episódio 8. OLHA ISSO MANO! E se ao menos conseguissem deixar os episódios interessantes como em “Kyokou Suiri”, anime da mesma temporada de Dawin’s e que passamos mais ou menos metade dele em um mesmo arco. Mas não! Darwin’s enche linguiça dentro desse jogo para no final, não ter um encerramento! Dá para cortar metade desse arco e fica a mesma coisa. Bom você ter lembrado do prédio, porque é uma coisa impressionante. O edifício é praticamente o conceito do Gato de Schrödinger XP. Dependendo de onde você olha, ele tinha uma forma. Esse prédio mudou de forma umas 3 ou 4 vezes durante o anime. E falando nesse evento, as coisas são tão mal estabelecidas que DO NADA o jogo consegue interferir na mente das pessoas que não estão jogando para que elas saiam daquele local como se nada estivesse acontecendo. Os organizadores esvaziam uma cidade inteira assim! Fora que ainda tem teletransporte no meio disso tudo. É muito sem nexo. Porque não estabelecem nem o mínimo que pode fazer, ou nem o máximo. Então basicamente quando é conveniente, algo acontece e quando não é, desaparece. É assim que Darwin’s Game funciona. Esse arco por ser MUITO grande, consegue reunir uma quantidade impressionante de pérolas que é impossível esquecer. A cena com o cara controlando PLANTAS para fazer o CORAÇÃO DELE BATER é um exemplo!!!! Sabe, é de um nível que é inacreditável. Não da para engolir NADA ali. Antes apresentam o poder do Kaname com ele precisando tocar no objeto para conseguir clonar ele. Depois o roteiro já fala que ele só precisa ver… Você tem a Shuka que diz que as correntes dela são como cobras e ela usa para se locomover, porém ela praticamente voa nessas correntes, principalmente porque há momentos que ela atira as duas pontas e sai se guiando normalmente, igual o Homem-Aranha. Temos a guria do Laplace, que por sinal, se Laplace estivesse vivo e vendo a teoria dele ser usada dessa forma, se sentiria ofendido. O que é aquilo que fizeram? Sem condições para engolir qualquer coisa que Darwin’s te diga, porque ele se sabota nos episódios seguintes.

RUB: Não posso deixar de citar também dois outros personagens. O primeiro é a guria que tem seu corpo possuído pela alma de seu irmão gêmeo do mal. Porém ele só é do ‘mal’ por meio episódio, porque vira amiguinho do protagonista em seguida e subitamente. Aliás, temos outra cena clássica aqui em que o Kaname salva a Shuka de congelar do poder do ‘irmão do mal’, quebrando com suas PRÓPRIAS MÃOS uma parede de gelo que tinha uma espessura de mais de 1 metro com uma facilidade que faria inveja ao Super-Homem pelo seu nível de força absurdo. Ainda temos o segundo personagem que posso chamar de o GRANDE vilão do anime? O maluco é líder de uma gangue e que faz cara de EDGY, adora matar pessoas, torturar inocentes e tirar proveitos de belas moças. O típico vilão cartoonesco que “precisávamos” para completar o pacote clichê dessa história. Quando o protagonista monta um time estilo os Vingadores com um bando de personagens aleatórios para derrotar esse cara, virá de fato uma farofa essa narrativa. A guria do Laplace evolui tanto sua habilidade que consegue ATÉ mudar o futuro para conseguir ganhar desse vilão. Toda a luta dentro do metro, a resolução pós a disputa e a derrota do líder da gangue da forma mais anticlimática possível, só demonstrava que o autor dessa obra sequer sabe o que vem a seguir na sua própria história. Ele simplesmente pensa na primeira coisa que vem na cabeça e tenta elaborar correlações forçadas para que a história caminhe em direção a um ponto específico. ADORO quando depois do jogo, o Kaname realmente virou líder do esquadrão de ataque junto com o maluco da AK-47, com a guria que tem dupla personalidade, com a garota do Laplace e com a Mulher-Aranh… digo, com a Shuka e suas correntes. Alê, eles ainda ficaram RICOS depois do evento. Não fizeram bosta nenhuma e por conveniências, descolaram uma nota preta, vivendo em prédios e casas de luxo. A mudança é muito brusca da realidade do protagonista antes e depois desse evento. Só que o líder da gangue ainda está vivo. ELE PRECISAVA SE VINGAR, porque senão não é um ANIME DARK E EDGY que os otakus tanto apreciam. E de quem ele foi atrás? Do amigo gordinho do Kaname. Quem é acima do peso nos animes, sempre vai se fuder uma hora ou outra.

ALÊ: Hahahahahahahah. Está impossível não rir dessas cenas memoráveis. Dá para fazer um TOP 10 só com elas, porque é uma pérola atrás da outra. Sensacional! Se você parar para pensar, todo mundo do Esquadrão Suicida do Kaname começa como vilão ou algum tipo de antagonismo, e na metade do episódio já vira amigo. Todo esse circulo de amizade dele foi assim. Acho que o personagem que permaneceu mais tempo como vilão foi o florista, que no fim também passou para o lado do Kaname. O Wang por si é a manifestação do estereótipo máximo do vilão vazio. Ele só é aquilo e pronto. Sem qualquer tentativa de camada, embora eu acho que se fossem tentar fazer desenvolvimento para ele, ficaria pior do que saiu. Não tem nada favorecendo o personagem e para completar a animação muda o char design dele A TODO INSTANTE, sempre os desenhos serrando as sobrancelhas e os olhos tentando fazer cara de mal. Tem uma cena que ele chega e faz “Boo” com as mãos esticadas para frente e a língua para fora. Como que eu levo uma criatura dessas à sério? Tudo bem que não dava para engolir nada de Darwin’s, mas puta que pariu. E meio que repentinamente o Wang vira o grande vilão e os protagonistas precisam matar o cara, mas ‘ok’ fingir depois. A guria do Laplace DO NADA fala que vai buscar respostas internas usando seu poder… Ai ai. Reforça bem o que você disse do autor de só ir tirando ideias/conceitos conforme vêm à mente e vai jogando ali dentro sem qualquer sentido. E pós jogo ainda tem aquele episódio de transição (9) que é um completo NADA. Temos uma luta que ocupa 1/4 do episódio, e ali vemos que ele sabe lutar melhor. Não vimos o treinamento também, porém são apenas detalhes. Quem se importa com isso, não é mesmo? Já o resto do episódio é uma perseguição desenfreada porque uma espadachim sequestrou o Kaname e ela quer ter filhos com ele. Por quê? Porque ele é foda! Ela é uma assassina e ele tem potencial de crescimento para se tornar um assassino também. Ou seja, a combinação do milênio! Adendo também que depois desse arco enorme, o Kaname sai mais confiante, passando aquela impressão de “sou foda”. Só aí que temos aquele gancho do Wang sequestrado o último amigo vivo do Kaname. Enfim, uma merda.

RUB: Quando a samurai assassina aparece querendo dar para o Kaname de repente, ali percebi que pouco importa o contexto ou a justificativa que viria a seguir. O autor quer fazer o protagonista o mais GOSTOSO E IRRESISTÍVEL dessa história. É o famoso ‘pau de mel’. Uma porrada de gurias querendo fazer sexo com ele, somente pelo personagem respirar. BIZARRO MANO. Lembrou muito o Kirito de SAO esse trecho. Quanto as habilidades de luta Alê, temos que lembrar que o amigo Flash deles tinha uns contatos com uma galera que gerencia uma academia de musculação. E olha só, o Kaname quer treinar… QUE COINCIDÊNCIA, NÃO É MESMO!? XP. Agora eu quero retornar para a tortura do gordinho. Você falou que o Kaname já estava badass e sei lá mais o quê, entretanto ele ainda estava naquele esquema de não matar ninguém Alê. Quando envolvia o jogo, ele evitava matar os demais jogadores e era a Shuka que fazia o papel sujo nesses casos. Mas o gordinho amigo morreu diante de seus olhos. Aí o protagonista não aguentou. Começou a matar geral dentro daquele galpão e virou REALMENTE O GRANDE PROTA EDGY DARK VASTO LORD DA ESCURIDÃO ETERNA para os delírios dos jovens otakus que se identificam com esse comportamento problemático. O gordinho só foi escada para o Kaname se “desenvolver” (vou colocar aspas aqui né… desenvolver é uma palavra que não condiz realmente com o fato). Coitado do personagem do gordinho, porque ele tem umas duas falas na estreia e morre da maneira mais escrota possível empacotado em uma caixa no final. Em seguida, a sequencia final é deles lutando no pier, personagens secundários tendo espaço demais em tela com lutas desinteressantes, a Shuka solando o líder da gangue e o Kaname finalizando ele enquanto o mano é desfragmentado. Aliás, que conceito merda esse da pessoa morrer, sumir sendo despedaçada em cubos, deixando a prova do desaparecimento na porra do chão. Se a intenção dos organizadores desse jogo era ficar na surdina, a forma que eles fazem os corpos desaparecerem não é a maneira mais eficaz de ocultar esse clubinho secreto de apostas e mortes.

ALÊ: SIM!!! Chegou num ponto em ser padrão em obras do tipo ter esse mínimo de contato com personagem feminina X e ela querer transar com o protagonista. E do jeito que estava indo, eu não duvidava nada de uma das garotas mais novas querer “dar” para ele também. Lembrando que elas tem entre 11 e 14 anos. Se eu não me engano a garota com a alma do irmão no corpo tem 11 anos e a guria do Laplace tem 14. Todos os amigos do Kaname duram minutos em tela. O último que ficou foi o mais inútil deles e é isso. Está ali e ficou vivo para ser essa escada no roteiro e servir de justificativa para o Kaname ficar CRUEL com os jogadores daquela gangue. Tudo é MUITO ruim nesse final, mas não posso deixar de ressaltar que a produção estava no limite ‘do limite’. Desde o começo o design que mudava a toda hora a quadros tortos em vários momentos. Mas meus amigos, essa reta final foi de doer. Tem até um quadro estático (horroroso) com o Wang fazendo discurso psicodélico pouco antes de morrer. É o mais pobre em termos de não poder animar. E falando na morte dele, você vê uma diferença absurda nesse momento do Wang em comparação a outros personagens. Alguns levam um furinho em algum canto e morrem. O Wang é desmembrado e custou até morrer de fato. Tudo muito bem articulado para ser o mais ‘DARK’ possível, porque o vilão tem que SOFRER nas mãos do PROTA. E sei lá, acho que a intenção desse sumiço cúbico era fazer como naqueles jogos antigos que era tudo mais poligonal ou referência a um tipo de bug. Porque fica o sangue lá e ainda tem o vestígio. Tudo é muito estranho nesse anime, então nem dá para tentar pensar em uma explicação para os acontecimentos. Tudo é assim “porque sim” e ponto.

RUB: Bem, fica a minha recomendação para vocês NÃO ASSISTIREM esse anime, porque é uma grande perda de tempo. Darwin’s Game será uma obra esquecida com o tempo por além de ser ruim, por também apresentar uma parte técnica toda problemática enquanto sua execução e apresentação durante toda sua temporada. Alê, nem a OP e a ED são boas. Tudo muito genérico e esquecível facilmente. Eu realmente senti que estava perdendo tempo vendo esse anime. Vão ver Arifureta pessoal, porque pelo menos lá o anime tem consciência no quão ruim ele é e assume sua galhofa anterior. Muito mais negócio do que arriscar em assistir Darwin’s Game.

ALÊ: Digo o mesmo. Eu ri revendo algumas das cenas memoráveis dessa animação, mas não estou doido ao ponto de rever tudo e muito menos de recomendar, ainda mais que é um anime chato/tedioso na maior parte do tempo. Eu pulava a OP e ED hahahaha. Assistam “Arifureta”!!! E vai ter segunda temporada, então ASSITAM A ESSA OBRA PERFEITA!

4 comentários em “Review de Darwin’s Game

  1. Gente, morri de rir na parte que o Rub falou do pau de mel kkkkkkk
    Tanto anime usa esse recurso para mostrar que o cara é o fodão….. ai, ai, meu saco….

    Manos, a descrição de vocês me lembra muito sobre o que tá acontecendo em Munou na NANA, muita conveniência, muita tentativa de fazer o espectador de idiota, de repente todo mundo converge para o lado da protagonista. Tá igual, igual kkkkkkk

    Eu ainda não vi Darwin’s Game, mas ver vocês recomendando Arifureta é porque não existe nível para essa bomba

    Curtido por 1 pessoa

  2. Eu até que curti esse anime.

    Nessas histórias do gênero survival eu apenas desligo o cérebro e vou “apreciando”, pois nunca espero nada de espetacular (ou mesmo de bom) vindo desse tipo de enredo. É tudo sempre exagerado demais: protagonismo, drama, violência… tudo sempre muito gratuito.

    O mesmo pode ser dito de Gleipnir.

    Resumindo: pra mim anime survival é a mais pura definição de entretenimento barato (quase de graça). E já temos a cota pro ano que vem: Platinum End.

    Curtido por 1 pessoa

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