Review: Kyokou Suiri (In/Spectre) | Um achado na temporada de janeiro

Quem diria que um anime carregado de diálogos, conseguiria te prender muito bem ^^.

Voltando com as reviews dos animes da temporada de inverno, vamos com a da “Kyokou Suiri”, ou se preferir “In/Spectre”. Não sei ao certo que dia essa review estará saindo, mas algumas reviews devem ir saindo em seguida, por já termos prontas. Só para vocês terem uma ideia, o texto dessa review está pronto desde meados de maio! Só agora que está saindo haha. Um último aviso: algumas das últimas reviews dos animes de janeiro devem acabar demorando um pouco mais para serem lançadas. Enfim, vamos falar desse anime muito interessante, mas que infelizmente, não é para todo mundo.

Sinopse: “Depois de ser sequestrada por um grupo de espíritos para se tornar a rainha deles, Kotoko adquiri a sabedoria milenar desses seres sobrenaturais. Junto de seu ‘namorado’, tentam solucionar diversos casos sobrenaturais na busca de um equilíbrio perfeito da convivência dos humanos e com esses seres misticos.”


Rub – Alê, é impressionante em como o anime que tem poucas cenas de ação, que tem muitos diálogos (mas MUITOS DIÁLOGOS MESMO), com poucas variações de ambientes/cenários, pode ser tão interessante assim. Até para contextualizar o pessoal que está lendo a review, o anime Kyokou Suiri tem sua trama focada na Kotoko, que vira uma “Deusa da Sabedoria”, e nos casos que ela soluciona envolvendo diversas entidades mitológicas e folclóricas da cultura japonesa. E até digo que também todo esse background serve como plano de fundo para o maior ponto alto do anime que foi os personagens, mas mais precisamente a nossa protagonista dessa história com seu carisma imenso. Chegamos a comentar nos posts mais antigos do anime sobre como a Kotoko rouba a cena quando aparece. Não sou fã de personagens baixinhas, até porque normalmente seguem aquele estereotipo de pessoa encabulada e que tem complexo pela sua estatura, sendo comparável com um cachorro raivoso de pequeno porte. Só que a Kotoko foge completamente do esperado. Primeiro ela é muito falante, envolvendo todos os demais personagens em sua lábia e malemolência. Segundo que é uma personagem muito decidida. Ela colocou algo na cabeça, não há ninguém que tire a ideia. Terceiro é sua inteligência e sabedoria nas mais diversas situações para sair de uma enrascada ou atingir um objetivo. Até diria que ela tem uma malandragem brasileira, porque a criatura é boa em criar uma mentira convincente que é assustador. Eu queria ter todas essas aptidões que a Kotoko apresenta porque seria muito útil no meu dia-a-dia. E o último motivo que eu adoro ela, é que a protagonista é extremamente carismática. Se ela fosse uma ditadora ou coisa parecida, seguiria seus ideais tranquilamente e sem arrependimentos. XP

Alex – Kyokou Suiri foi muito consistente do começo ao fim, embora tenha meus problemas com um episódio em específico. O saldo da série como um todo é muito positivo. Concordo com você no que tange os personagens. Todos os que foram apresentados e trabalhados durante o anime são carismáticos (uns mais do que outros, vide Kotoko rainha) e/ou interessantes da sua própria maneira. Até os que não tiveram tanto destaque e apareceram apenas em uma cena ou outra como os fantasmas que surgem na história. A Kotoko é uma ótima personagem e ela quebra os estereótipos do tipo que vemos. É direta, faz o possível e o impossível para alcançar seus objetivos, e pensa numa criatura determinada. Insistiu, stalkeou, fez de tudo e mais um pouco para conquistar o Kuro e olha só, ela conseguiu XD. O anime tem TANTO diálogo que pode parecer um ponto negativo, mas na maior parte do tempo, não acontece. Não é algo tedioso ou desnecessário na maior parte do tempo. São diálogos muito bem feitos. A conversa entre os personagens flui muito bem e é ajudado graças ao carisma dos personagens. Você simpatizar com eles logo de cara já ajuda a você se manter interessado e atento ao que eles conversam. Um exemplo mesmo é no episódio 2 e metade do 3 que temos o primeiro mistério mais trabalhado do anime. Diálogo sem parar, e seguimos a linha de raciocínio da Kotoko de uma forma frenética. O episódio flui tão bem que quando você menos espera, ele já acabou. É excelente e um mérito para o anime, já que são poucos os que conseguem executar animes assim tão bem quanto em Kyokou.

Rub – E também vem do trabalho da direção em não deixar essas ENORMES conversas serem tediosas. Acho fascinante no roteiro é que tivemos o quê… uns três casos apenas de investigação na temporada inteira? Temos o do primeiro episódio do cão caranguejo, temos o da deusa cobra e o da Karin (sendo esse último o maior de todos indo da metade do episódio 3 até o final) E tipo, eu não achei ruim ter esse número limitado de mistérios. Até porque conseguiram explorar diversas coisas que normalmente não se tem nesse tipo de anime, como as questões do que é verdade para cada um e como você as aceita dependendo da situação. O lance da cobra por exemplo em que ela não tem nada para fazer e quando algo de extraordinário aconteceu ali perto (diferente por assim dizer), ela queria porque queria destrinchar até descobrir o último grão de justificativa para a mulher ter jogado algo no lago que está em seu território dela. E a Kotoko percebe que pouco importa o que contar naquela situação. Ela só precisava ser a mais convincente possível na invenção dela do conto amoroso com final trágico. Existia toda a questão de que toda a dedução dela era invenção, só que somente importava que a deusa ficasse por satisfeita com a explicação e deixasse essa situação para lá. A verdade nem sempre é a melhor saída para tudo e temos que ser, digamos, políticos nesses momentos para conseguirmos uma solução mais apropriada lá na frente. Esse tema é inclusive melhor levantando no arco da Karin com o esquema da VERDADE COLETIVA ou o que um grupo assume como fato e todos passam a seguir essa convenção. Lendas urbanas, fofocas, decisões sobre a sociedade…tudo tem uma relação do que é verdade para ti e como você vai expor seu pensamento a todos (até nós dois nesse texto estamos de certa forma, criando uma “verdade” que pode ser aceita ou não por você leitor desse blog).

Alex – Realmente, entrando rapidinho no âmbito de comparação, algumas pessoas que leram o mangá comentaram que o anime conseguiu enxugar esse caso/arco da Karin. Dizem que no mangá o arco é bem mais enrolado, dando diversas voltas até avançar em alguma coisa. O anime pegou esse arco que é longo por si só, enxugou para manter sua atenção e continuar dinâmico até o fim. Eu também não acho ruim ele ter ficado nesses três casos, porque diferente de “ID: Invaded” que trouxe vários casos, mas não conseguiu concluir sua história, Kyokou ficou nesses três e tirou o melhor de cada um deles. O primeiro que foi o mais simples, foi a introdução do mundo e dos personagens. Funciona de forma excelente para aquele começo. O segundo caso explora a lábia da Kotoko e toda a sua performance para convencer a Cobra e você ser convencido junto. Ela te leva conforme vai tentando justificar o que levou a mulher a jogar algo no lago dela. A Cobra é muito incisiva. Quer saber tudo nos mínimos detalhes (literalmente) e quando você acha que ela está sendo convencida, vai e acrescenta mais alguma duvida. É tão imersivo. Você nem percebe o tempo do episódio passando. O fim do segundo episódio te deixa animado para saber como irá encerrar a conversa entre as personagens. E no fim das contas, você vê que nem tudo que ela disse era verdade, e apenas um compilado de justificativas que a Kotoko juntava e encaixava perfeitamente para soar convincente. É nisso que o anime começa a trabalhar: a habilidade/poder da personagem e demonstrando na prática de forma excelente! Eu gosto muito do conceito que aparece com fantasma da Karin Nanase, de que as pessoas começam a pensar tanto em um assombração, monstro ou o que for, que ele ganha forma e passa a se comportar da forma que as pessoas sugerem. Eu lembrei de “Jibaku Shonen Hanako-kun”, que trouxe algo bem semelhante quanto aos boatos que espalham sobre as aparições que distorciam a imagem ou o jeito da aparição de ser. As pessoas da escola acreditavam, começavam a espalhar e as aparições tomavam a forma dos boatos. É uma ideia muito interessante. E Kyokou aproveita tanto o seu tempo interno que do meio do episódio 7, até o episódio 11 se passa em uma única noite! Todos esses episódios segue um tempo contínuo, aproveitando ao máximo a exploração do caso, além de trabalhar os personagens no meio disso. O anime não sobrevive apenas do caso em si, mas do desenvolvimento das personas enquanto eles fazem a história rodar. É muito bom.

Rub – E diga-se de passagem, quase toda segunda metade do anime ocorre dentro de um carro e um laptop. É lindo em como a produção tenta trazer novas representações para toda a exposição que está tendo. Se a Kotoko está criando uma nova realidade ou inventando um passado, a melhor forma de transpor esses pensamentos é abusando da recriação o que está sendo contado. Praticamente vemos novas realidades sendo criadas em uma linha temporal. Tanto que parecia dramatizações daqueles programas sensacionalistas que tentam solucionar casos policias para TV. A Karin tinha diversas representações nessas imaginações. Desde de boazinha que foi azarada demais por morrer por ter uma viga caída na cabeça, até a maldosa extrema que planejou incriminar a irmã para fugir da imprensa. Foram tantas versões da mesma pessoa, que você ficava curioso sobre o que seria “criado” pela Kotoko ou pela Rikka na disputa delas no fórum do fantasma que surgiu do consenso dos visitantes daquela página. E dá para fazer um puta paralelo com a nossa atual realidade, em como as pessoas criam paradas surreais para defender seu ponto de vista nas redes sociais. Mesmo sendo preconceituosos ou com más intenções, é assustador em como a internet é um meio de comunicação difusor de ideias mais democrático que se pode ter atualmente. Qualquer um pode inventar alguma coisa, várias pessoas acreditarem/espalharem como se fosse verdade, e outros usuários são impactados diretamente com aquilo gerado, juntando uma multidão que irão propagar aquela coisa como um novo fato, sendo que não fazem a mínima ideia de como surgiu a parada toda. O anime não quer fazer de Cristo as pessoas que navegam pela internet, porém realça uma das consequências nessa divulgação de informações quase instantânea que temos no nosso tempo. Não posso esquecer que enquanto a Kotoko e a Rikka estavam discutindo no ‘4CHAN’, o Kurou morria mais por minuto que o Subaru morreu por todo Re:Zero. E morria das formas mais escrotas possíveis. Ele perdeu mais células sanguíneas que o sangue de 100 humanos juntos tem em seus corpos. Nos episódios finais, ele foi o que mais se fudeu.

Alex – É por causa desse tipo de representação visual que o anime não fica tedioso, porque ele está sempre trazendo algo novo visualmente, incrementando as teorias/suposições que a Kotoko ou a Rikka criavam. Tem uma que lembro agora é de quando a Kotoko estava falando do que sustentava a existência da Karin: o público. Então se ela conseguisse criar algo que ganhasse mais atenção que a Karin, ela seria destruída e o que usaram para representar foram dois pódios: um com a Karin e outro com um boneco representando outra coisa mais interessante. Em volta do pódio tinha o público, e enquanto a Kotoko explicava a situação, acendia um holofote em cima da Karin ou do boneco haha. Outra representação era sobre como a Karin era um boneco manipulado. Fizeram as cordas ao estilo daqueles bonecos de teatro. Muito bom! Um excelente ponto positivo para o anime. E não é atoa que estamos no momento das Fake News. A internet, como sempre falam, tem seu lado bom e tem seu lado ruim. É “absurdo” como você pode criar algo ali e aquilo se espalhar de forma tão rápida. Tudo é gerado e compartilhado de forma simples e rápida. O alcance das coisas é muito grande. O povo no anime estava difícil de convencer e sempre aparecia um “mas” ali que levava outros a discordarem do que a Kotoko estava falando. Foi uma loooonga noite. O Kuro morreu de tantas formas diferentes no anime hahaha. Perfurado, esmagado, arremessado, até atravessado por um galho de árvore o coitado morreu. E eu não posso negar que sobre a Nanase, eu me agarrei até onde dava na possibilidade da criatura estar viva. Fui até onde não dava mais e quando chegou no limite, eu só queria que a coitada pudesse descansar em paz XD.

Rub – Quando a Kotoko levantou a suspeita de que ela estaria viva, eu também fiquei em dúvida se a Karin iria aparecer até o final do caso. Bem, não foi o caso, mas foi uma demonstração do poder de persuasão da Kotoko não só com os “NPCs” no anime, como convenceu a mim em diversos momentos. E o Kurou, do trio principal, foi o personagem que mais fiquei distante. Comentei também sobre isso nos outros posts, em que ele funcionava muito por interagir com a protagonista, entretanto, como personagem por si só, o achei muito simplista. Entendo que sua vida sofrida gerou consequências na empatia dele com os demais. Nada o surpreendia. Tudo devia ser um enorme marasmo perto do que ele teve que aguentar na infância. E morrer para ele é que nem ir ao banheiro… algo do cotidiano e corriqueiro. Talvez por essa falta de emoções do personagem que me fizeram eu não gostar tanto dele. Também tem o fato de ser o Mamoru Miyano que dubla ele, sendo que já não aguento mais escutar a voz do dublador. Estou enjoado por já ter assistido dezenas de animes com o ator e eu sempre o reconheço logo de cara pela voz única que ele tem. Mas aí é um problema pessoal que eu tenho com esse profissional da voz. E graças a essa parada que eu tive com o Kurou, acabei achando a Saki muito mais interessante que o shipping da nossa protagonista. Ela me fez gostar de sua personalidade, coisa que fiquei bloqueado com o Kurou. Também tem o lance que a Saki é os “nossos olhos” já que é a única humana “normal” interagindo com eventos sobrenaturais. Talvez seja por isso que rolou uma identificação com ela do que com o estoico do Kurou. E não acho ele um personagem ruim, porque ele dá uma melhorada e “humanizada” conforme vamos descobrindo seu passado. Só que faltou muito mais para me simpatizar com esse ser “imortal”.

Alex – Exatamente! Eu queria que ela estivesse viva :'(. Quanto ao Kurou, eu concordo plenamente. O personagem interagindo com os outros é muito bom, mas ele de forma isolada não é tão bom assim. Tanto que se ele fosse o protagonista do anime, Kyokou Suiri teria um problema um tanto sério, porque é o jeito dele que não faz você se prender a ele. Tanto que enquanto ele morria, não dava para sentir pena nem nada do gênero, mesmo quando aconteceu da primeira vez lá no primeiro episódio. Causa uma certa surpresa, mas não é nada além disso. Até a Rikka acaba sendo mais atrativa que o próprio Kurou, e olha que ela quase não aparece. O mistério e as motivações da personagens acabam sendo muito interessantes, fora que o ar sombrio da personagem é bem atrativo, embora ela me cause uma puta agonia por ser magra demais haha. E concordo com o que você disse da Saki. Mais na reta final do anime, quando a Kotoko fica dentro do carro com ela, a Saki funciona como nós mesmo, fazendo perguntas para a Kotoko que seriam dúvidas, então se cria uma relação de proximidade com ela, mesmo que o ambiente não mude. Fora que a personagem é cativante. Eu gosto dela ter um certo trauma gerado por um certo acontecimento e como impacta na vida dela, além das reações que ela tem quando encontra algum fantasma. Ela é tipo o Suzui de “Kakegurui”, só que bem mais interessante hahaha. Acho que meu problema maior com o anime é com o episódio 11, que conclui essa parte investigativa do caso. Nesse episódio a gente acaba tendo um volume de maior de informação e, pelo menos eu tive um certo problema em acompanhar a linha de raciocínio da Kotoko. Tanto que algumas coisas nem parecem ter conexão para levar as pessoas a acreditarem no que ela diz. Mas aí entra minha questão do que ela falou foi convincente ao ponto das pessoas ignorarem as outras hipóteses, lembrando que a personagem é boa de lábia. Ou se realmente foi um problema em conseguir conectar tudo e não teve sentido mesmo. Mas tem a possibilidade de ter sido somente eu que não entendi mesmo XD.

Rub – Eu achei tranquilo essa questão. Para mim fazia sentido o que estava sendo dito e qual a lógica que a Kotoko estava implementando no seu argumento. O problema que eu tenho com esse arco são as motivações da Rikka. E nem estou falando das razões em si e mais como elas são apresentadas para nós. Enquanto para explicar o porquê da personagem se transformado assim na fase adulta exibindo flashbacks e monólogos internos, com a Rikka foi a Kotoko expondo o que a outra era e sentia. Tudo o que sabemos dessa personagem foram ditos na boca de outros personagens. Nada envolvia a própria guria. Diferente da Karin, a Rikka estava viva. Então podia ter algo mais diretamente a ela. Me passou muito a impressão a ideia de um inimigo “invisível”, que acabei não entendendo o lado dela. E para um anime que gosta de explorar diferentes caminhos e realidades, deixar de contextualizar a “vilã” do arco de uma forma mais concreta, me pareceu um deslize por parte do roteirista. Tanto que até agora queria entender direito os efeitos colaterais que ela tem por sua imortalidade. A magreza é um dos sintomas, mas teria algo a mais? Como ela se sente? O que ela está pensando? Tudo ficou muito tangencial relacionado ao desenvolvimento dela. E como aparentou, ela vai ser uma vilã recorrente no restante da obra, nos outros casos que tem no original. Faltou algumas peças para completar quem ela é.

Alex – Estou reassistindo o episódio, faz sentido. Preciso prestar mais atenção. O resto do caso como os impactos da discussão e as ações da polícia foram apenas verbalizados pela Saki, e fez um resumão do que aconteceu depois dali. E realmente, a Rikka praticamente não fala durante o anime. A figura dela existe lá, mas passa essa impressão de “não estar ali”, justamente por não termos a visão dela. Durante o combate entre ela e a Kotoko, tudo o que vemos é a personagem se matando de forma constante. Apenas isso. O episódio final acaba sendo um grande “respiro” para o anime, depois de ficar 8 episódios dentro de um único arco. O episódio chega a passar uma imagem de “quebra”. Nem parece um episodio final e sim um episodio transitório de um arco ao outro. Acabamos vendo mais os resultados e as conclusões de tudo que os personagens farão.

Rub – Realmente não aparenta ser uma conclusão de fato. Até porque eles adaptaram um pedaço apenas do material original. Devem ter muita coisa ainda para acontecer na história dali para frente. Basicamente a jornada do casal Kurou e Kotoko irá continuar em busca de deter a irmã do protagonista de suas ‘mortes’. O problema, ao que parece, para sabermos o final dessa história, iremos ter que recorrer ao mangá ou novel, porque não deram muitos sinais de que iriamos ter uma segunda temporada mais adiante. E é difícil eu recomendar o anime de Kyokou Suiri visto sua temática nada convencional e como ela é muito destinada a um publico muito especifico. O anime definitivamente não é para qualquer um. Se você leitor que leu a review ficou interessado com o anime e sua proposta, vai tranquilo que a obra é para você. Agora, se curtir uns animes mais movimentados, porradeiros ou mais empolgantes, talvez Kyokou Suiri não seja uma boa pedida para maratonar. Eu definitivamente adorei o anime e virou um do meus favoritos da temporada passada. Torço para uma segunda temporada, porque foi muito gostoso acompanhar essa história. Eu quero mais momentos da Kotoko semanalmente. XP

Alex – Eles adaptaram até o volume 7, quem tiver interessado. Pode começar à partir dali (não sei se adaptaram o volume todo). Ainda mais que, como mencionamos, o arco da Nanase é mais enrolado no mangá, então acho uma boa continuar a partir da onde o anime parou. E não parece que teremos uma segunda temporada, mas a Crunchyroll ajudou a bancar o anime, então eu espero que para eles tenha sido satisfatório os resultados, porque se depender das vendas de blu-ray/DVD… Vendeu menos de 1k… então né. Mas estou torcendo para uma nova temporada no futuro. Gostei bastante do anime e foi um dos meus favoritos da temporada. Faço das suas palavras as minhas quanto ao público que provavelmente vai gostar ou não do anime.

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