Review: ID: Invaded | Um desperdício de proposta interessante

Começou mais ou menos, entrou em uma gradativa no meio e despencou no final.

Como está no título, “ID: Invaded” nos apresentou uma proposta muito interessante, embora seu começo tenha seus problemas gerados, em especial, pelo Ei Aoki – roteirista – não ter mão para dosar as informações que está passando para quem assiste. Mas apesar dos pesares nesse começo, o miolo estava em uma gradativa excelente, até ir ladeira abaixo, trazendo um gosto amargo com o seu final. Então vejam mais detalhes da nossa opinião sobre esse anime que, no fim das contas, foi uma decepção.

Sinopse:O anime acompanha um detetive investigando assassinatos em “realidades paralelas” na tentativa de pegar o culpado na vida real.


Rub – Alê, olha que me esforcei para gostar mais de ID:Invaded, mas o meu receio se confirmou na reta do anime. Lá no começo do ano, já não colocava muita confiança no anime por causa de seu diretor, Ei Aoki. Até comentamos um pouco em off e nos dois posts que já fizemos sobre o anime. Esse diretor não é muito bom contador de história e seus trabalhos com obras originais, tende a cair de qualidade conforme o passar do tempo (exceto RE:Creators que é legal de maneira geral.) E o começo de ID nos engana muito bem. Nos apresenta um mundo em que temos a possibilidade de realizar investigações criminais dentro dos “instintos” assassinos dos seriais killers. A ideia de ser um anime policial, bem com a pegada de filmes americanos, já rendem um puta chamariz. Só que desde de lá temos a “trama principal” se formando que é o tal do John Walker. Até para não me adiantar já nesse começo da nossa conversa, sempre achei o mistério de quem será o maluco que atiça os assassinos meio imbecil. Primeiro, dado a sua obviedade de quem era o culpado e a outra parada por eu não achar necessário ele estar na trama. Eles inseriram toda essa investigação MACRO para ter ligações entre os episódios isolados, porque (nem acredito que vou estar falando isso) eu creio que o anime estava se saindo muito melhor quando era episódico, tipo CSI com seu caso da semana. Não tinha uma profundidade linguística e visual de PET, mas ERA MUITO MAIS INTERESSANTE acompanhar o desenrolar e entender a mente dos assassinos em série dentro de sua psique desconexa ou bizarra. O anime me atraia mais quando o foco era nesses momentos mais isolados. Até porque o Perfurador dá de 10 a zero naquele velhote sem graça de boss final de um jogo de carta japonesa qualquer.

Alex – Eu vou ser sincero, e eu não me esforcei para gostar de ID: Invaded. Em momento algum eu apostei minhas fichas no anime. Desde antes do anime fazer a estréia, eu apenas sentia que ou ele ia ser ruim desde o começo, ou ele iria cair em algum momento, então eu não consegui criar uma expectativa de que teria um final bom, mesmo quando o anime engatou para mim, lá no episódio 4 (os três primeiros episódios foram difíceis de descer). E olha que meu pressentimento não era nem por causa do Ei Aoki e foi mais um agravante do que propriamente o motivo. Só não conseguia pensar que sairia algo bom do começo ao fim aqui hahaha. Toda a ideia de ID é muito bem feita, muito bem pensada com a ideia de ter poços e máquinas para captar instintos assassinos e você conseguir desvendar mistérios dentro deles. Muito embora essa ideia tenha problemas inicialmente pelo diretor não saber dosar a quantidade de informação que ele passa no início. E eu concordo contigo, que se fossem como casos ao estilo CIS do começo ao fim, eu não acharia ruim, porque você consegue assistir os episódios de forma “descompromissada”, e cada caso que eles apresentam tem uma construção de ambiente muito boa. Tem particularidades dentro desses poços de ID que o torna único (claramente necessário, afinal estamos falando de mentes de pessoas diferentes) e rico. Porém acabou sendo perdido na reta final por uma trama meia boca, que você saca quem é o vilão na metade do anime e que você não se importa. Na verdade, você não se importa com ninguém ali durante boa parte do anime, O POVO É MORTO por causa do Character Design. Acho que poderia definir ID como uma história com uma proposta interessante, mas que ela não sabia onde queria chegar de fato e acabou tendo aquele final, que não passa sensação de conclusão.

Rub – Eu até diria que o Akihito, o nosso protagonista aqui, se salva um pouco nesse casting todo desinteressante. É óbvio que foi muito graças aos dois episódios dedicados totalmente dentro do seu ID. Ele passar com a família, nos contextualizou a sua forma de pensar, de sentir, de agir… Houve um desenvolvimento de personagem ali. Deu para ter alguma empatia com ele, pois teve esse arco na segunda metade da temporada. Ainda não salva a falta de carisma de todos ali presentes, porém deu uma amenizada boa quanto a essa questão. O problema para mim vira outro quando falamos de falta de desenvolvimento ou conclusão para todos do elenco. Primeiro vamos para a equipe principal de investigação. Tirando o Funetarou e o Matsuoka, todos os demais são uma uma piscina de 2 cm de altura de tão rasos que são e foram elaborados. Nem a mulher que assume a equipe depois da prisão do Funetarou teve algum destaque. Se não fosse o MAL, jamais saberia o nome dela (Sarina). Na verdade, nem lembraria que ela existiu no roteiro. O segundo problema foi a Koharu. Lembra quando fizemos aqueles posts, em que estávamos fazendo conjecturas de como essa personagem poderia ser interessante, ou de como a trama podia ir para um lado de brincar com o conceito de todos nós “termos uns assassinos internamente”? O roteirista esqueceu que estava trabalhando nesses pontos e só fizeram a Koharu como a nova DETETIVE BRILHANTE GENÉRICA. CARALHO MANO. QUANDO EU VI QUE AQUELE FOI O FINAL ABORDADO PARA ELA, EU FIQUEI MUITO DECEPCIONADO. Jogaram a personagem para escanteio bonito para termos aquilo de conclusão. Deixaram tantas pontas soltas e oportunidades desperdiçadas, que me senti enganado por ter projetado algo que estavam me vendendo no começo do anime. E a terceira e último problema foi a Kaeru. Só que essa eu quero deixar para depois porque toda a trama dela foi o que cagou todo o anime do episódio 10 em diante e vou comentar junto com os furos GIGANTESCOS de roteiro que o anime apresentou.

Alex – Concordo. Para o mim o cast de personagens da uma leve melhorada só na reta final, mas é algo bem leve. Não me importo com ninguém no fim das contas e sequer sei quem é quem ali dentro. O Sakaido é o que mais se salva, mas mesmo sendo o protagonista, ele não está lá muito distante do resto dos personagens. Chegaram a mencionar o nome da mulher no anime? Eu realmente não lembro de terem falado (mas também não é como se eu me importasse). Os personagens apenas existem ali, tanto que no começo, a equipe só está para fazer diálogo expositivo, porque precisam explicar como tudo funcionava e o que estava acontecendo ali. Até por isso que eu não gosto daquele começo e já comecei olhando torto para o anime. Eram diálogos e mais diálogos, exposição atrás de exposição…muita informação em pouquíssimo tempo. Você mencionou PET ali em cima e PET trabalha com subtexto, metáforas visuais, usando mais o ambiente para falar com você, coisa que ID não sabe fazer. Ainda sobre o elenco, até uma tentativa de romance com a tal Sarina e o Momoki era jogado. Não trabalharam e apenas insinuaram algo. Mesmo que fizessem algo mais elaborado, quem se importa????? Você usou Koharu eu estava me perguntando quem era ela hahaha. A Hondomachi tinha um puta potencial para a exploração desse lado assassino que foi “dispersado” graças a um certo evento e uma manipulação. Sequer foi lembrado na reta final do anime e só deixaram de lado para fazerem uma investigação como qualquer outra. E aproveitando que você mencionou o DETETIVE BRILHANTE, ESSA PORRA É REPETIDA EXAUSTIVAMENTE DURANTE TODO O ANIME!!! Era dito pelo menos 3 vezes por episódio. Nos iniciais foi…. sei lá, mais de 10 vezes por episódio. Era algo que facilmente poderia ter sido cortado e investido em um tempo maior. Ah, Kaeru… A personagem que me segurou nesse anime e um desperdício total. Indignado por causa do que não fizeram com ela!

Rub – É que eu lembrei de Koharu somente e esqueci o sobrenome dela. XP. Mas a Kaeru é um problema GIGANTE nesse roteiro. A começar que a personagem aparece aos 45 minutos do segundo só para se tornar uma ferramenta ÓBVIA de roteiro. Toda a parte de ‘pseudociência’ é jogado fora e vira uma doideira de termos avulsos e conceitos bizarros que deixou algo que estava bem estabelecido, em uma bagunça completa. Quando tentaram socar física para explicar o poder dela, larguei de mão ali. Para quê complicar toda a mecânica de investigar os IDs em um negocio nada compreensivo? Fiquei horas tentando entender o que diziam na tela, mas nada fazia sentido. E temos mais outros problemas. Quando falam que a isolaram do resto do mundo para potencializar seus atributos, deixam claro que o alcance de seu poder é restrito. Só que para ela formar o ID dos assassinos, ela precisa jogar um Shockwave para “materializar” esses instintos e serem possíveis coletados para as máquinas de imersão que eles tem na sede. Não foi eu que disse, e sim o anime. Só que como ela faz isso a QUILÔMETROS DE DISTÂNCIAS DA ZONA DE UM CRIME, SENDO QUE NO ANIME É ESTABELECIDO QUE SEU PODER ESTÁ CONTROLADO PARA POUCOS METROS? COMO A SUA PROJEÇÃO APARECE NOS IDs DOS DEMAIS, MESMO ELA NÃO TENDO CONTATO COM OS NOVOS SERIAIS KILLERS? A própria personagem explica como funciona sua habilidade, entretanto, ao que parece, o anime esqueceu da justificativa e tudo que aconteceu antes. Se torna impossível graças a esse um monte bullshit que socaram de qualquer forma. E até tentam estabelecer um conexão entre ela e o Funetarou para gerar aquela cena bonitinha da promessa no final. E tudo está acontecendo em apenas 2 EPISÓDIOS. Eu não sei se você ficou dessa forma Alê, mas a produção engatou a quinta marcha nos capítulos finais, que mais pareciam um amontoado de entulhos do que algo organizado tematicamente. Tiveram até que estabelecer as relações entre ela e o velhote de qualquer maneira. Nem explicam como o velho e o cientista descobriram ela. Só sabiam e já fizeram experimentos com a Kaeru. É uma pena porque a Kaeru é mais um potencial desperdiçado. Todo aquele drama de tentar se matar e não conseguir, dos malucos invadirem seus pensamentos provocando pesadelos sem fim, dela suplicar para o boxeador que matou a filha do protagonista, faça o mesmo com ela…tudo parecia algo muito promissor que foi resumido a ela se transformar em uma “bula de remédio” para explicar aquele mundo.

Alex – Eu “apenas existi” vendo o final. Em PET, me esforço para tentar entender melhor as coisas. Aqui não. E é justamente por isso que eu acabei nem reparando nesse amontoado de coisas, mas foi uma bagunça total. Quando a Kaeru começou sua ação no arco final, eu achei interessante ela funcionar como um Mizuhanome (ID não me ajuda em NADA a conseguir lembrar o nome das coisas. Olha o nome dessa porra) e conseguir jogar as pessoas de dentro do Kura dentro de poços de ID. Só que até nisso tem um problema enorme pela falta de tempo, porque hora os personagens dizem que as pessoas podem despertar, outras não, porque não há garantias de que se você morrer lá dentro, você pode voltar normalmente. Só que, logo que tudo acaba, o povo começa a acordar no instante seguinte, sendo que quando foi no caso das enfermeiras que foram envolvidas com a Kaeru, o anime diz que elas demoraram MESES pra acordar e outras sequer retomaram a consciência. E pelo que a gente viu, muita gente morreu dentro do poço. É um atropelamento dentro do outro. E até o alcance da Kaeru é estranho, porque não é por onda, em forma circular. Não! Ela envolve o prédio e a forma dele é forma uma espécie de barreira ali em torno. E sobre o alcance, foi algo muito mal escrito, porque realmente, ora é restrito, ora não é. Lá no finalzinho, a Kaeru fala que o alcance dos poderes dela está aumentando, passando até para outros países. Esse final me parece duas coisas: falta de tempo/planejamento e que ele não sabia onde queria terminar/que ele queria contar. Porque me passa a impressão de que o Ei Aoki foi fazendo os episódios, contando as histórias e quando chegou no final, ele viu que não tinha mais espaço/tempo e tentou socar o que dava ali dentro. Até o velho não tem fundamento, porque ele disse que criou alguns dos assassinos, mas não diz COMO, o anime quer explicar algo de forma realista, mas poderiam deixar como algo sobrenatural mesmo, porque a Kaeru é algo surreal. Não tem o porquê explicar ela. O anime falha miseravelmente ao tentar fazer isso, porque ele não tempo e nem sabe como explicar. A Kaeru era o que mais me mantinha ali interessado no anime, porque eu queria saber mais sobre ela. Era interessante lá no começo do anime. A Kaeru aparecer em todo santo poço parecia ter motivo dela estar ali, e achava inicialmente que era uma pessoa em comum ou algo do gênero. Você comentou comigo que ela era tipo um programa para “ativar” os DETETIVES BRILHANTES. E realmente tinha algo, porém fica tão perdido naquele final, que é um desperdício total.

Pobre Kaeru-chan… Morreu de todas as formas que se possa imaginar…

Rub – Pois é… Não explicam a motivação do velho e do porquê ele estava fazendo tudo aquilo. Na real, eles “explicam”, só que naquelas. Era um desejo interno dele de formar novos indivíduos e controla-los. Só que não dá para comprar porque mesmo sendo óbvio que era ele o John Walker, suas motivações ficaram só nos diálogos. Não foi nos mostrado. Fica difícil você acreditar na motivação dele, pois o espectador só viu eles pulando de IDs para outros IDs em um pega-pega bizarro. E diga-se de passagem, o ID do velho é uma MERDA. “Meu ID é hub que acesso a todos outros IDs de outras pessoas em que nunca tive contato.” Que bosta. Para um anime que sempre tentava passar alguma mensagem quando representavam os IDs dos assassinos, como foi aquele trem da coveira, ou aquele mundo em queda livre, ou de uma prisão de cachoeiras…tudo tinha significado e representava os desejos daqueles personagens. A do velho eu nem sei como definir e qual ligação dentro da sua psique ele tinha com o ID mostrado. Na moral, eu já estava cagando para o que estavam me mostrando, porque quando se tinham explicações, eram bullshits, e quando eram necessárias, foram omitidas. Eu perdi totalmente o interesse quando começou o episódio 12 e vi a merda vindo. Pensei que seria pior a conclusão. A história foi toda cagada, porém o sentimento que fiquei vendo essa reta final foi que parecia mais um caso que eles estavam resolvendo. Não parecia um fechamento de um grande arco ou de algo grandioso. E o enredo simplesmente termina e acabou. Determinadas pontas e questões foram esquecidas, ficando com aquele sentimento de desgosto. Até comentei contigo que o final não achei pavoroso, só que simplesmente termina e fim de tudo, sem emoção (por mais estranho que possa parecer essa minha frase. XP). Aí quando começamos a pensar sobre o anime, cada vez vai ficando pior os episódios anteriores. Por isso que digo que o final estragou completamente o anime para mim.

Alex – Ele queria formar novos indivíduos e controlá-los, mas ele se suicida???????? Não consigo comprar. E sobre o ID do velho, eu me pergunto o seguinte: se o poço de ID é formado a partir de certas características/desejos/lembranças dos indivíduos, porque o velho tem “passe livre” de acesso para todos os IDs????? Ele desejou ter um passe livre e é isso??? Foi muito, mas MUITO porco. Ainda mais quando se tem outros IDs muito mais interessantes e com mensagens muito boas. ID começa a despencar depois do término do arco do Sakaido que é no episódio 9 ou 10. Depois disso, é ladeira abaixo. O que não me faz despencar a nota de ID lá para baixo, é por causa de um único arco: o da coveira (episódios 5 ao 7). Eu fiquei tocado com aquele arco. A cena final no trem é uma coisa tão linda e triste…fiquei emocionado. E nem no final eles conseguiram se conectar. Quando um certo personagem está para morrer, ele estica o braço para tentar alcançar a personagem, e acontece o mesmo no final do anime, só que com as posições invertidas. Fiquei tão triste e foi a melhor coisa que teve nos dois últimos episódios. Essa única cena. Porque mesmo que os personagens sejam um grande foda-se por serem duros e sem vida, o arco da coveira conseguiu criar um sentimentalismo enquanto ele contava a sua história, então consegui abraçar o caso dos dois e eu adoro um drama. Casal sofrendo é tudo para mim e para eu chorar é ‘um dois’ hahahaha. E é por isso que eu tento segurar meu desgosto com o anime. É um sentimento semelhante ao de Araburu Kisetsu que começou bem e desabou no final. Eu tenho um certo carinho por causa de um casal da obra.

Não conseguiram se conectar 😥

Rub – Até para finalizar, a produção de ID é bem qualquer coisa né!? O character design genéricos que você citou, a animação, com exceção de alguns cortes, é bem aquém do que podia ser, a direção tem seus momentos, só que desaparece nos momentos mais importantes e a trilha sonora ausente em boa parte da temporada. Só o que segurava o interesse com o anime era o roteiro basicamente. ID não se destacava e terminou sem chamar atenção dos otakus de forma geral. Eu arrisco a dizer que ID:Invaded caíra no esquecimento, junto com outras dezenas de animações que lançam por temporada, mas que são ignoradas por geral. ID tem seus momentos, porém por decisões criativas confusas, acabaram colocando freios nesse franco favorito na época a um dos grandes destaques da temporada retrasada. Não foi um desastre total, mas definitivamente não recomendo o anime, mesmo para os fãs de historias investigativas ou de sci-fi.

Alex – Cara, se nós considerarmos que é o NAZ que animou essa bagaça, foi um trabalho bem decente (para quem fez aquele anime da Imouto, é bem acima da média XD). O que me causou estranheza é o anime não ser animado pela TROYCA (participou da produção pelo que foi mostrado nos créditos do anime), porque pelo que eu sei, o Ei Aoki é meio que o dono do estúdio. Não tenho certeza se ele é dono ou fundador, mas acho que ele é “fundamental”, e gerou um baita estranhamento para mim. Eu concordo com o que você disse. Recomendo ID até o episódio 7, porque tem o arco que eu gosto. Depois do episódio 9, você pode jogar no lixo. Por via das dúvidas, você não precisa assistir ID: Invaded. Há coisas bem melhores para se ver nas temporadas e provavelmente daqui umas duas temporadas, quase ninguém vai lembrar que existiu.


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